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terça-feira, 5 de abril de 2016

PECADOS QUE PODEM NOS DESTRUIR POR COMPLETO – PARTE 008 — A APATIA E DESÂNIMO — PARTE 001

Essa é uma série na qual pretendemos, dentro do possível, discutir alguns dos mais insidiosos pecados que ameaçam nossas almas. Trata-se de ações ou reações que caracterizam um coração perverso diante de Deus, algo com o que muitos personagens bíblicos tiveram que lutar, mas que pela graça de Deus conseguiram vencer. Nós também, como seres humanos iguais a eles estamos sujeitos a enfrentar esses mesmos pecados e temos que entender como essas situações funcionam, para poder lançar mão da graça de Deus e vencer as mesmas. A OITAVA questão que devemos analisar é: 
8. A Apatia e o Desânimo 

Esses dois pecados são os opostos diretos da impaciência. Não é incomum o diabo tentar acabar conosco, destruído a confiança que devemos ter em Deus, alegando que estamos num “beco sem saída” ou que não existe nenhuma forma de escaparmos da enrascada em que estamos metidos. 

Outras vezes temos uma sensação de fadiga tão absurda que chegamos a pensar que não poderemos mesmo dar conta de nossas responsabilidades. Em momentos como os que acabamos de descrever a lembrança do Salmo 16:11 pode nos servir de grande conforto.

Salmos 16:11

Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente. 

Vamos então analisar com profundidade esse verso — 

Tu me farás ver os caminhos da vida — Os “caminhos da vida” aqui mencionados foram, certamente, mostrados pela primeira vez ao próprio Senhor Jesus Cristo, pois Ele é o primogênito dentre os mortos, ou seja, a primeira criatura a ressuscitar e que não poder morrer mais. Essa perspectiva deve mudar a maneira com percebemos as situações ao nosso redor. 

Romanos 8:29

Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. 

Colossenses 1:18

Ele é a cabeça do corpo, da igreja. Ele é o princípio, o primogênito de entre os mortos, para em todas as coisas ter a primazia.
  
Jesus nos abriu esse caminho por meio do seu próprio corpo ressuscitado, e percorreu o mesmo como o precursor de todos os redimidos. Com certeza, o fato de Jesus poder tornar-se, ele mesmo, nesse caminho para o Seu povo deve ter alegrado muito Seu coração. Há um versículo pouco notado no livro de Isaías, mas que diz exatamente isso e outro ainda no Evangelho de João: 

Isaías 53:11

Ele verá o fruto do penoso trabalho de sua alma e ficará satisfeito; o meu Servo, o Justo, com o seu conhecimento, justificará a muitos, porque as iniquidades deles levará sobre si.

João 14:6

Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.


Na tua presença há plenitude de alegria — O Senhor Jesus, tendo sido ressuscitado dentre os mortos ascendeu até a glória celestial para habitar constantemente ao lado de Deus, Seu Pai. Ali a alegria é sempre plena. Foi essa antevisão do gozo celestial que o impulsionou para cumprir com sua missão de tormento e dor. Devemos, portanto, manter nossos olhos sempre firmes sobre a pessoa do nosso amado salvador — 

Hebreus 12:2

Olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus.

Da mesma maneira que um atleta concentra suas energias para alcançar a vitória, assim também os participantes da “corrida cristã” são chamados para —

Hebreus 12:1

Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta. 

Nós somos chamados a correr nossa carreira “olhando para Jesus”, do mesmo modo que Estêvão fez, conforme podemos ler em:

Atos 7:55—56

55 Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, fitou os olhos no céu e viu a glória de Deus e Jesus, que estava à sua direita,

56 e disse: Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, em pé à destra de Deus. 

Isso é: devemos estar completamente envolvidos, tendo um único propósito sem nos deixar distrair por nada que está acontecendo ao nosso redor: olhando para Jesus. Em nossa carreira Jesus é tanto nosso alvo a ser alcançado como o prêmio a ser conquistado. Nosso olhar para Jesus não pode se limitar a um primeiro momento, quando professamos fé no Senhor, mas deve ser um olhar constante e firme, mesmo no meio dos mais duros combates.

Esse é o motivo porque Paulo afirma que considerou tudo como perda para alcançar a Cristo —


Filipenses 3:8

Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo. 

Essa mesma intensidade de propósito pode ser, facilmente, observada nos heróis da fé que foram mencionados em Hebreus 11. Esses heróis da fé permaneceram firmes em meio a tentações e provações como aqueles que vêm o invisível! 

Além disso, nessa corrida de fé, o que seria mais necessário do que manter diante dos nossos olhos Aquele que é tanto o Autor como o Consumador dessa mesma fé? À parte de Cristo em quem todas as promessas de Deus tem seu “sim” — ver 2 Coríntios 1:20 — a raça humana não teria nem base nem qualquer verdadeiro objeto de fé. É neles, como podemos ler em Hebreus 11, que em todas as gerações o olhar da fé está focalizado. Ele é o único que inspira e estimula a fé verdadeira. Jesus é assim, porque Ele o pioneiro da nossa salvação, Ele é também o autor da nossa fé — 

Hebreus 2:10

Porque convinha que aquele, por cuja causa e por quem todas as coisas existem, conduzindo muitos filhos à glória, aperfeiçoasse, por meio de sofrimentos, o Autor da salvação deles. 
  
Na tua destra, delícias perpetuamente — Mas nós não precisamos esperar pela eternidade para começar a desfrutar essas coisas que virão, em sua plenitude, no futuro. Essa última frase do Salmo 16 é como uma uva passa, extremamente doce, nas palavras de um comentarista da Bíblia, que serve como uma contemplação e um antegosto de tudo o que está reservado para nós na eternidade. Mas temos que entender que palavras são sempre muito limitadas para descrever essas coisas que são verdadeiramente inefáveis. 

Assim, podemos dizer que: enquanto aguardamos pela ação de Deus, durante o tempo em que estamos aqui no planeta Terra, devemos descansar sabendo que Ele irá nos mostrar qual é o próximo passo que devemos tomar, que certamente será um passo que produzirá vida para nós. Deus pode nos mostrar como encontrar o caminho certo por meio de um plano que para nós é, aparentemente, impossível. Deus também sabe de tudo o que necessitamos e vamos necessitar, de tal maneira, que Ele antecipa a força e a sabedoria para realizarmos as tarefas que Ele mesmo coloca diante de nós. Como afirma o apóstolo Paulo —

Filipenses 2:14—16

12 Assim, pois, amados meus, como sempre obedecestes, não só na minha presença, porém, muito mais agora, na minha ausência, desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor;

13 porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade.

14 Fazei tudo sem murmurações nem contendas,

15 para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo,

16 preservando a palavra da vida, para que, no Dia de Cristo, eu me glorie de que não corri em vão, nem me esforcei inutilmente.  

Os versos acima servem como uma poderosa espada do próprio Deus para vencermos o diabo quando ele quer nos derrotar por meio da apatia e do desânimo. Nós precisamos sempre nos lembrar de que é Deus que está agindo em nós e que não devemos interferir em Sua gloriosa obra em nossas vidas. Algumas vezes o Senhor nos convida, como fez com os apóstolos, para tirarmos um tempo e descansar das nossas lides diárias, como podemos ler em — 

Marcos 6:31

E ele lhes disse: Vinde repousar um pouco, à parte, num lugar deserto; porque eles não tinham tempo nem para comer, visto serem numerosos os que iam e vinham. 

E quando o Senhor nos convida para descansar, ele mesmo nos conduz para — 

Salmos 23:2—3

2  Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso;

3  refrigera-me a alma. Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome. 

O que os versos acima nos ensinam é que as ovelhas só conseguem repousar se sentirem que estão seguras, sem temores, tensões, irritações ou fome. Vamos analisar cada um destes aspectos e compará-los com os cuidados de um pastor de ovelhas ao mesmo tempo em que buscamos entender como o Jesus, nosso Bom Pastor cuida de nós. 
CONTINUA...    

OUTROS ARTIGOS DE PECADOS QUE PODEM DESTRUIR NOSSAS ALMAS
Estudo 001 — A FALSA CULPA

Estudo 002 — A ANSIEDADE

Estudo 003 — O REMORSO

Estudo 004 — A AMBIÇÃO

Estudo 005 — A AMARGURA

Estudo 006 — A INVEJA E O CIÚME

Estudo 007 — A IMPACIÊNCIA — PARTE 001

Estudo 007 — A IMPACIÊNCIA — PARTE 002

Estudo 007 — A IMPACIÊNCIA — PARTE 003

Estudo 007 — A IMPACIÊNCIA — PARTE 004 – FINAL

Estudo 008 — APATIA E DESÂNIMO — PARTE 001

Estudo 008 — APATIA E DESÂNIMO — PARTE 002

Estudo 008 — APATIA E DESÂNIMO — PARTE 003

Estudo 008 — APATIA E DESÂNIMO — PARTE 004

Estudo 009 — A AUTOADULAÇÃO — PARTE 001

Estudo 009 — A AUTOADULAÇÃO — PARTE 002

Estudo 010 — DESEJOS INDULGENTES OU PECAMINOSOS
Que Deus nos abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis 

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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus – ESTUDO 011 — A ESCOLHA OU ELEIÇÃO DIVINA — EFÉSIO 1:4



NESSA SÉRIE NÓS ESTAMOS TRATANDO DE DOIS ASPECTOS IMPORTANTES ACERCA DA VERDADEIRA IGREJA: 1) A IGREJA COMO CORPO DE CRISTO; E 2) A IGREJA NO PLANO ETERNO DE DEUS. CONVIDAMOS TODOS OS NOSSOS LEITORES A ACOMPANHAREM ESSA SÉRIE E COMPARTILHAREM A MESMA COM TODOS OS SEUS CONHECIDOS, AMIGOS E IRMÃOS. OUTROS ESTUDOS DESSA SÉRIE PODERÃO SER ENCONTRADOS POR MEIO DE LINKS NO FIM DE CADA ESTUDO.

B. Assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor – Efésios 1:4.

Assim como nos escolheu nele — i.e., “em Cristo” — A expressão grega καθὼς kathòsassim como — serve para unir o verso 4 ao anterior e indica que a bênção de Deus é consistente com o fato de que Deus nos escolheu.

A escolha ou eleição divina é um dos temas mais complexos e difíceis que encontramos nas páginas das Escrituras. A grande maioria dos mestres cristãos prefere ou ignorar este tema ou quando tentam explicá-lo acabam caindo em um determinismo[1] tão cego que acaba por negar o que a Bíblia quer ensinar. Nos século XIX e XX os teólogos liberais e da chamada “Alta Crítica” evitaram discutir a doutrina da eleição como sendo algo inventado pelo apóstolo Paulo. Mas como veremos, mais adiante, Paulo não foi o único a ensinar essas verdades. Teólogos de todos os matizes têm se debatido aqui e ali com essa doutrina e nós faremos o mesmo. Quando usamos a expressão debater queremos deixar bem claro os seguintes parâmetros acerca das considerações que iremos fazer com respeito à gloriosa doutrina da escolha ou eleição divina.

1. Temos que admitir que na grande maioria das vezes, mesmo com a Bíblia, aberta diante de nós, acabamos tendemos a basear nossas convicções doutrinárias em nossas próprias idéias e não nas que nos são apresentadas nas Escrituras Sagradas.

2. Não devemos, em nenhuma hipótese, abordar o estudo da escolha ou eleição divina de forma apaixonada e muito menos de forma dogmática. Nessa questão, como veremos, não pode existir nenhum “dono da verdade”. A atitude mais correta diante de tão gloriosa verdade é a de reverência e adoração.

3. Quando nos colocamos diante de Deus para considerarmos a doutrina da escolha ou eleição divina nós precisamos compreender que estamos diante de Deus, na situação descrita pelo profeta em —

Jeremias 18:1—6

1 Palavra do SENHOR que veio a Jeremias, dizendo:

2 Dispõe-te, e desce à casa do oleiro, e lá ouvirás as minhas palavras.

3 Desci à casa do oleiro, e eis que ele estava entregue à sua obra sobre as rodas.

4 Como o vaso que o oleiro fazia de barro se lhe estragou na mão, tornou a fazer dele outro vaso, segundo bem lhe pareceu.

5 Então, veio a mim a palavra do SENHOR:

6 Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? —diz o SENHOR; eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel.

4. E mais, o apóstolo Paulo deixa bem claro que Deus não se agrada quando queremos discutir com Ele — Deus — acerca de coisas das quais não entendemos

Romanos 9:19—20

19 Tu, porém, me dirás: De que se queixa ele ainda? Pois quem jamais resistiu à sua vontade?

20 Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura, pode o objeto perguntar a quem o fez: Por que me fizeste assim? 

O exemplo de Jó fala de forma clamorosa acerca desta verdade — ver Jó 38:1—41:34 e

Jó 42:1—6

1 Então, respondeu Jó ao SENHOR:

2 Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado.

3 Quem é aquele, como disseste, que sem conhecimento encobre o conselho? Na verdade, falei do que não entendia; coisas maravilhosas demais para mim, coisas que eu não conhecia.

4 Escuta-me, pois, havias dito, e eu falarei; eu te perguntarei, e tu me ensinarás.

5 Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem.

6 Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza.

5. O motivo porque aqueles que querem explicar nos mínimos detalhes essa doutrina fracassam é porque não querem admitir que Deus, na Bíblia, não responde a todas as nossas perguntas acerca desse assunto. Em nenhum lugar das Escrituras encontramos uma explicação filosófica ou teológica completa acerca da escolha ou eleição divina.

6. De fato o apóstolo Paulo nos diz que:

1 Timóteo 3:16

Evidentemente, grande é o mistério da piedade: Aquele que foi manifestado na carne foi justificado em espírito, contemplado por anjos, pregado entre os gentios, crido no mundo, recebido na glória. 

Temos que nos recolher à nossa própria insignificância. Não podemos sequer começar a entender o mistério das duas naturezas em uma Pessoa — o Senhor Jesus Cristo — ou a santa verdade das três pessoas — Pai, Filho e Espírito Santo — num único Deus.

7. Mas nossas mentes e compreensão não são somente pequenas e finitas. São também pecaminosas e perversas. Esse é o motivo porque na história da igreja nós podemos encontrar incontáveis heresias. Muitas pessoas que não querem admitir suas limitações e nem desejam se submeter à revelação divina acabam por, seguindo as inclinações de seus próprios corações pecaminosos, inventando doutrinas heréticas que terminam por arrastar verdadeiras multidões para o erro e para a perdição eterna.

8. Temos que nos conformar, engolindo nosso orgulho e arrogância, de que somos simples criaturas, mesquinhas e desprezíveis. Não podemos ter a pretensão de que nossas mentes nanicas podem entender a mente infinita e inescrutável do Deus Eterno e Todo-Poderoso —

Romanos 11:33—36

33 Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos!

34 Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro?

35 Ou quem primeiro deu a ele para que lhe venha a ser restituído?

36 Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!

Note como nestes versículos não há espaço para nada que não seja Deus mesmo! 

9. Uma vez feitas estas ponderações vejamos o que a própria Bíblia nos diz acerca dessa gloriosa doutrina da escolha ou eleição divina. É fato que encontramos nas páginas da Bíblia várias afirmações que nos falam da grande verdade que Deus nos escolheu em Cristo antes da fundação do mundo conforme o versículo de Efésios 1:4 que estamos agora analisando.

Ao contrário da acusação tão comum de que a doutrina da escolha ou eleição divina não passa de uma invenção do apóstolo Paulo é no evangelho escrito pelo apóstolo João que vamos encontrar uma apresentação bastante sólida dessa verdade. Vamos começar com as colocações feitas por Jesus em João capítulo 6.

CONTINUA...


OUTROS ESTUDOS ACERCA DA IGREJA COMO CORPO DE CRISTO E NO PLANO ETERNO DE DEUS

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 001 — A Igreja

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 002 — A Unidade de Igreja

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 003 — Como a Unidade Funciona na Prática

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 004 — Como o Amor Funciona na Prática

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 005 — Unidade em Meio à Diversidade

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 006 — Unidade Com Variedade Mas com Harmonia

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 007 — A Igreja Como o “Mistério” de Deus e Uma Introdução a Efésios 1:3—14

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 008 — Uma Introdução a Efésios 1:3—14

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 009 — A Bênção Espiritual — Efésios 1:3

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 010 — As Regiões Celestiais — Efésios 1:3

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 011 — Nossa Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — Parte 001

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 012  A —Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 002

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 013 — A Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 003

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 014 — A Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 004

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 015 — A Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 005

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 016 — A Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 006

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 017 — A Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 007 — O Mundo Nos Odeia

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 018 — A Escolha ou Eleição Divina — Efésios 1:4 — PARTE 008 — Por que O Mundo Nos Odeia

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 019 — As Desculpas para Rejeitar a Jesus e o Evangelho da Graça — PARTE 001

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 020 — As Desculpas para Rejeitar a Jesus e o Evangelho da Graça — PARTE 002

A Igreja Como Corpo de Cristo e No Plano Eterno de Deus — ESTUDO 021 — As Desculpas para Rejeitar a Jesus e o Evangelho da Graça — PARTE 003
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/01/a-igreja-como-corpo-de-cristo-e-no_6.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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[1] O Dicionário Aurélio Século XXI define “Determinismo”, como: a Relação entre os fenômenos pela qual estes se acham ligados de modo tão rigoroso que, a um dado momento, todo fenômeno está completamente condicionado pelos que o precedem e acompanham, e condiciona com o mesmo rigor os que lhe sucedem. Se relacionado a fenômenos naturais, o determinismo constitui o princípio da ciência experimental que fundamenta a possibilidade de busca de relações constantes entre os fenômenos; se se refere a ações humanas e a decisões da vontade, entra em conflito com a possibilidade da liberdade.