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domingo, 17 de setembro de 2017

Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade - Estudo 014 C


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Essa é uma série cujo propósito é estudar os conceitos bíblicos de vida, morte, estado intermediário e eternidade. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade.  

CONTINUAÇÃO...

UM CONCEITO UNIVERSAL: A CRENÇA NA VIDA DEPOIS DA MORTE

Nessa discussão nós também precisamos destacar que os materialistas precisam se manifestar não apenas com uma sólida evidência contra a vida consciente após a morte, mas que eles também precisam dar uma explanação plausível do como e do porque tal crença é tanto antropologicamente quanto geograficamente falando, universal. Até hoje nenhuma explicação ou teorias plausíveis foram apresentadas.

Quando nos voltamos para a história da filosofia — com uma quantidade de compêndios e coleções cada vez mais numerosas — para descobrirmos o que as melhores mentes humanas têm descoberto, nós nos damos conta que desde os filósofos gregos clássicos a te os dias de hoje, a imortalidade da alma tem sido aceita como razoável e, virtualmente, autoevidente. A lista desses filósofos inclui desde Sócrates até os maiores expoentes do tempo presente. O mesmo pode ser afirmado acerca dos grandes cientistas do passado e do presente acerca da crença na imortalidade. Nesse caso a lista se estende de Aristóteles até os cientistas dos nossos dias. É claro que, como acontece em qualquer áreas, sempre existirão exceções ao padrão geral.

Também estamos cientes que essa linha de argumentação pode ser considerada como uma forma de apelo às chamadas autoridades. Também estamos cientes que muitos mestres de lógica consideram qualquer apelo à autoridade como algo inválido. Todavia, quando questionamos em que base eles se recusam a aceitar o apelo às autoridades, de modo surpreendente, eles apelam para sua própria autoridade ou mesmo para a autoridade de terceiros! Hipocrisia explícita maior ainda está para ser observada. Esse é o motivo porque nos recusamos a nos deixar convencer por esses clichês ridículos. Autoridade e fé encontram-se na base de todo tipo de conhecimento, porque todos os sistemas têm início com suposições baseadas em algum tipo de autoridade. Filosofia e ciência estritamente empíricas existem apenas em livros de tória. A realidade é algo distinto.

Ainda assim é comum ouvirmos bobagens do tipo:

1. Apenas pessoas ignorantes e sem estudo suficiente acreditam na vida depois da morte.

2. A ciência já provou que não existe vida depois da morte.

3. Filósofo não podem jamais aceitar o conceito de vida depois da morte.

Será que devemos mesmo acreditar que todos os filósofos e cientistas que acreditavam na vida depois da morte eram pessoas ignorantes e incultas? Será que esses homens e mulheres aceitariam um conceito acerca do qual não existisse nenhuma evidência? Será que os materialistas dos nossos dias são mais inteligentes do que toda a humanidade que os antecedeu? Em que base eles desprezam algo que tem sido crido pela humanidade por milênios?

Estudiosos da história da Igreja, como C. S. Lewis e outros, têm ensinado que: os documentos cristãos mais antigos indicam com clareza a crença que a parte não material dos seres humanos sobrevive à morte do corpo.

É impossível negar que nos últimos dois mil anos da nossa história, com algumas exceções é claro, os cristãos têm crido na imortalidade da alma. Teólogos clássicos tanto da Europa quanto das Américas têm defendido esse conceito bíblico. Católicos e protestantes não têm apenas defendido tal ensinamento, mas o mesmo tem sido proclamado dos mais diversos púlpitos ao redor do mundo.

As coisas mudaram de fato quando os materialistas assumiram o controle da educação e isso fez com que, lamentavelmente, alguns teólogos adotassem o discurso em voga para não darem a impressão que estavam querendo nadar contra a maré.

Desejosos de ganharem a aprovação geral no meio acadêmico, teólogos modernistas adotaram o materialismo como método de analisar as escrituras e como isso, se viram forçados a negar qualquer manifestação sobrenatural, primeiro na Bíblia — negando os milagres — e depois nos seres humanos — negando a imortalidade dos mesmos. Dessa forma, a Bíblia foi reduzida a ser apenas um livro em muitos outros, enquanto os seres humanos foram reduzidos a serem apenas animais no meio de muitos outros animais.

O que podemos dizer desses teólogos modernos? Seguem algumas sugestões:

1. Primeiro, o relacionamento entre a religião e o materialismo não é possível, porque o materialismo não pode nuca gerar princípios morais, valores ou significados, que são essenciais para qualquer religião. Para os materialistas somos apenas animais.

2. É necessário que os mesmos parem de alegar que encontram fontes para o materialismo dentro da própria Bíblia. Em vez disso, eles deveriam deixar que os autores bíblicos falem por si mesmos.

3. Em terceiro lugar é importante que sejam honestos. Sem o elemento sobrenatural tanto a Bíblia quanto os seres humanos perdem seu significado.

4. Depois, eles não deveriam usar linguagem religiosa para manipular as pessoas. Imitando os rabinos de todas as épocas, os teólogos modernistas adoram redefinir as palavras para fazê-las dizerem exatamente o contrário do que tem sido o entendimento das mesmas.


OUTROS ARTIGOS ACERCA DE VIDA, MORTE, ESTADO INTERMEDIÁRIO E ETERNIDADE
Estudo 001 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Introdução à Hermenêutica ou Interpretação das Escrituras Sagradas
Estudo 002 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Introdução à Hermenêutica ou Interpretação das Escrituras Sagradas — Parte 002
Estudo 003 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Introdução à Hermenêutica ou Interpretação das Escrituras Sagradas — Parte 003
Estudo 004 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — O Ser Humano Como Criatura de Deus — Parte 001
Estudo 005 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — O Ser Humano Como Criatura de Deus — Parte 002
Estudo 006 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — O Ser Humano Como Criatura de Deus — Parte 003
Estudo 007 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Unidade e Diversidade nos Seres Humanos — Parte 001
Estudo 008 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Antigo Testamento — Parte 001
Estudo 009 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Antigo Testamento — Parte 002
Estudo 010 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Antigo Testamento — Parte 003
Estudo 011 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Novo Testamento — Parte 001 — ψυχή — Psiché
Estudo 012 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Novo Testamento — Parte 002 — πνεῦμα — pneûma — espírito, καρδίᾳ — Kardía — Coração, διανοίᾳ — dianoíaφρόνημα — frónemaνοήμα — noémaνοῦς  nous — Mente.
Estudo 013 — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — Termos Usados no Novo Testamento — Parte 003 — ἔσω ἄνθρωπον — éso ánthropon = homem interior; νεφρόι — Nefroi = rins
Estudo 014 A — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — A Crença na Imortalidade como algo Universal — Parte 001

Estudo 014 B — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — A Crença na Imortalidade como algo Universal — Parte 002
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/05/vida-morte-estado-intermediario-e.html

Estudo 014 C — Vida, Morte, Estado Intermediário e Eternidade — A Crença na Imortalidade como algo Universal — Parte 003.
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/09/vida-morte-estado-intermediario-e.html

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

PS. Pedimos a todos os nossos leitores que puderem que “curtam” nossa página no Facebook através do seguinte link:
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Os comentários não representam a opinião do Blog O Grande Diálogo; a responsabilidade é do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

A ORAÇÃO DO “PAI NOSSO" - SERMÃO 009 — O REINO DE DEUS — Mateus 6:10


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Essa série tem por objetivo expor de maneira ampla, bíblica, literária, histórica e teologicamente, a oração que chamamos de “Oração do Pai Nosso”. Nosso desejo é enriquecer a vida de todos por meio desses esboços de mensagens que também estão disponíveis em áudio. Na parte final desse artigo o leitor encontrará os links para os outros esboços e para os áudios à medida que forem sendo publicados. 


Uma Exposição Bíblica, Literária e Teológica de Mateus 6:9—13 


Introdução:

A. Nas duas últimas mensagens nós tivemos a oportunidade de considerar a petição de Jesus que diz: SANTIFICADO SEJA O TEU NOME.

1. Na primeira mensagem nós vimos as implicações que existem em tal petição, no que diz respeito ao fato de Deus demonstrar a santidade de Seu Nome através de atos de juízo divino.

2. Na segunda mensagem, nós vimos como Deus apenas é capaz de reconciliar as exigências de Sua santidade e Sua justiça com o grande amor que ele tem por nós.

Ver lista de todos os estudos dessa série mais embaixo.   

B. O local e o momento histórico em que isso aconteceu foi quando Jesus foi crucificado na Cruz do Calvário, satisfazendo assim a santidade ofendia de Deus e Sua justiça e provando, ao mesmo tempo, o imenso amor que Deus nutre por nós suas criaturas perdidas, ao perdoar todos os nossos pecados.

C. Também vimos como tal santidade, justiça e amor foram ilustrados na vida do profeta Oséias e de uma prostituta de nome Gômer. Os que tiverem interesse em conhecer melhor essa história basta ler os primeiros capítulos do livro do profeta Oséias.  

D. Hoje queremos voltar nossa atenção para a segunda petição de Jesus que diz:

VENHA O TEU REINO

E. Para entender melhor essa petição é importante entendermos um pouco de filosofia da história.

I. TRÊS VISÕES DISTINTAS DA HISTÓRIA

A. Primeira Visão

1. A primeira dessas visões nos diz que: A HISTÓRIA NÃO TEM NENHUM SIGNIFICADO. Se existe um Deus, então ele é como um relojoeiro que fabrica um relógio, dá corda no mesmo e depois o abandona até que a falta de corda o faça parar por completo. 

2. Deus abandonou o universo à sua própria sorte e à medida que o sol vai se esfriando, a vida na terra será insustentável. Mas, por favor, não se desespere, o ponto de esfriamento do sol que ira impedir a vida no planeta terra está estimado para ocorrer apenas daqui a dois ou três bilhões de anos! Esse processo de esfriamento é científico e recebe o nome de “ENTROPIA DO UNIVERSO”. Isso quer dizer que um dia a temperatura de todo o universo será uma só. Quando isso acontecer o universo será frio demais para sustentar qualquer vida em qualquer lugar. Diante disso, é apenas lógico, assim nos dizem, concluir que a HISTÓRIA NÃO TEM NENHUM PROPÓSITO OU SIGNIFICADO.

3. Mas a ideia é antiga: William Shakespeare em sua, Macbeth, em seu quinto ato, na cena quinta coloca essas palavras na boca do protagonista:

Macbeth: Deveria ter morrido mais tarde. Haveria então lugar para uma tal palavra!...O amanhã, o amanhã, o amanhã avança em pequenos passos, de dia para dia, até a última sílaba da recordação e todos os nossos ontens iluminaram para os loucos o caminho da poeira da morte. Apaga-te, apaga-te, tocha fugaz! A vida nada mais é do que uma sombra que passa, um pobre histrião que se pavoneia e se agita uma hora em cena e, depois, nada mais se ouve dele. É uma história contada por um idiota, cheia de fúria e tumulto, nada significando.

B. A Segunda Visão
  
A Segunda visão era promovida já nos dias de Jesus pela filosofia grega, que acreditava que a história é uma série de eventos se movendo em círculos. O que já aconteceu, tornará a acontecer. Assim, concluíam os gregos: Nossas vidas podem estar cheias de fúria e tumulto — alô? Dr. Shakespeare? — mas tudo isso não tem nenhum significado.

C. A Terceira Visão

1. A terceira visão pode ser encontrada na Bíblia.

a. De acordo com o Antigo Testamento a história é como uma flecha que se move em direção a um alvo chamado de: “O Dia do SENHOR”, de acordo com

Amós 5:18

Ai de vós que desejais o Dia do SENHOR! Para que desejais vós o Dia do SENHOR? É dia de trevas e não de luz.

b. No Novo Testamento esse alvo é chamado de Reino de Deus conforme

Marcos 1:15

O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo; arrependei-vos e crede no evangelho.
  
2. Essa é a única visão em que a História tem rumo e significado. Mesmo que muitas vezes não consigamos perceber nem entender o que está, realmente acontecendo, nós, os crentes, temos plena certeza que existe UM que sabe!

3. Aqueles que adotam essa terceira visão da história podem viver suas vidas em um confiança calma e segura que AQUELE que segura o leme da História não cochila nem se distrai. É com base nessa confiança que Jesus nos ensina a orar dizendo: VENHA O TEU REINO. Todas as pessoas serão levada às margens da eternidade para comparecer diante de Deus gostem ou não dessa ideia, ou acreditem ou não nela.

4. Mas, dentro dessa nossa esperança enquanto oramos: “VENHA O TEU REINO”, precisamos entender que o Reino de Deus é algo muito paradoxal.

II. TRÊS PARADOXOS ACERCA DO REINO DE DEUS.

O que é um paradoxo: Por definição nós podemos dizer que um paradoxo afirma uma verdade de duas formas opostas que não podem ser reconciliadas de forma lógica. Assim temos que:

Toda a questão que trata do Reino de Deus torna-se muito complexa por causa das afirmações paradoxais de Jesus acerca do reino que dominam a discussão. A literatura é vasta e os títulos podem ser contados na casa dos milhares.

Quais são então esses paradoxos?

A. O PRIMEIRO PARADOXO

1. O primeiro paradoxo em termos do Reino de Deus é que: ESSE REINO JÁ VEIO NA PESSOA DE JESUS, mas ao mesmo tempo é UM REINO AINDA FUTURO.

2. Esse paradoxo pode ser ilustrado da seguinte maneira: primeiro temos a afirmação de Jesus em

Lucas 11:20

Se, porém, eu expulso os demônios pelo dedo de Deus, certamente, é chegado o reino de Deus sobre vós.

3. Por outro lado Jesus nos ensina a orar dizendo: VENHA O TEU REINO.

4. Dessa maneira podemos concluir que o Reino de Deus é algo presente agora, mas não ainda.

B. O SEGUNDO PARADOXO

1. O segundo paradoxo afirma que o Reino de Deus está PRÓXIMO, e mesmo assim, o mesmo ainda está LONGE.

2. Esse paradoxo pode ser ilustrado pelo seguinte:

3. Paulo no Novo Testamento costuma expressar uma confiança de que o fim de todas as coisas estava PRÓXIMO. Por exemplo:

Romanos 13:12

Vai alta a noite, e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz.

1 Coríntios 7:29—30

29  Isto, porém, vos digo, irmãos: o tempo se abrevia; o que resta é que não só os casados sejam como se o não fossem;

30  mas também os que choram, como se não chorassem; e os que se alegram, como se não se alegrassem; e os que compram, como se nada possuíssem.

1 Coríntios 10:11 —

Estas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado.

4. Por outro lado, na parábola das dez minas, Jesus procura dissuadir seus discípulos de pensarem que o Reino de Deus estava para se manifestar imediatamente — ver Lucas 19:11—27.

5. Nessa parábola Jesus ensina seus discípulos e todos nós por extensão que: a vinda do Reino de Deus ainda estava num futuro não especificado, mas enquanto aguardavam, os discípulos tinhas obrigações e responsabilidades que precisavam cumprir. O REINO ESTÁ PRÓXIMO, NO ENTANTO AINDA ESTÁ LONGE.

C. O TERCEIRO PARADOXO

1. O terceiro paradoxo envolvendo a vinda do Reino de Deus tem a ver com a série de sinais que Jesus deu aos discípulos — ver, por exemplo, Lucas 21:5—36 — que descrevem a aproximação do Reino e, para finalizar, a sessão Jesus diz que apenas o Pai tem domínio sobre tais detalhes de quando, exatamente, o Reino chegará —

Marcos 13:32

Mas a respeito daquele dia ou da hora ninguém sabe; nem os anjos no céu, nem o Filho, senão o Pai.

2. Assim temos que o TEMPO ou MOMENTO da vinda do Reino de Deus é desconhecido e impossível de ser sabido e, no entanto, eis aqui alguns SINAIS que antecedem a chegada do mesmo. 


Conclusão

A. Jesus nos manda orar dizendo: “VENHA O TEU REINO”. Isso deve ser feito porque o Reino de Deus dá propósito e direção para a história. No entanto...

B. O Novo Testamento faz as seguintes afirmações acerca do Reino de Deus:

1. O mesmo já está presente em nosso meio, mas não ainda.

2. O mesmo está próximo, mas ainda encontra-se distante.

3. Existem sinais da proximidade do mesmo, mas é impossível saber com exatidão quando o mesmo irá chegar.

4. Como são tolos aqueles que pretendem saber mais do que o próprio Jesus!

D. Qual é o propósito desse ensino paradoxal vindo da parte do Senhor? Eu creio, por um lado, que Jesus nos mandou orar: “VENHA O TEU REINO” para nunca nos esquecermos dessa realidade: DEUS ESTÁ O TEMPO TODO NO CONTROLE, INDEPENDENTEMENTE DAS DIFICULDADES, DAS TRAGÉDIAS E SOFRIMENTOS QUE TENHAMOS QUE ENFRENTAR. Nossa oração é uma manifestação aberta e constante da nossa inabalável confiança no controle e na soberania de nosso Deus sobre a História. Portanto devemos sempre dizer: “VENHA O TEU REINO”.  

F. O segundo motivo, eu creio, tem a ver com o ensinamento de Jesus em Marcos 13:33—37

33 Estai de sobreaviso, vigiai e orai; porque não sabeis quando será o tempo.

34 É como um homem que, ausentando-se do país, deixa a sua casa, dá autoridade aos seus servos, a cada um a sua obrigação, e ao porteiro ordena que vigie.

35 Vigiai, pois, porque não sabeis quando virá o dono da casa: se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã;

36 para que, vindo ele inesperadamente, não vos ache dormindo.

37 O que, porém, vos digo, digo a todos: vigiai!

G. Devemos então, meus irmãos e irmãs, sempre orar: “VENHA O TEU REINO”, enquanto nos mantemos expectantes e vigilantes. 

H. Na próxima mensagem iremos falar das características do Reno de Deus para nós e para a eternidade.  

I. Enquanto isso, continuemos orando: “VENHA O TEU REINO” e nos mantenhamos VIGILANTES todo o tempo.

OUTRAS MENSAGENS DA SÉRIE DO PAI NOSSO

001 — INTRODUÇÃO A MATEUS 6:9—15

002 — O PAI NOSSO — PARTE 001 — MATEUS 6:9

003 — O PAI NOSSO — PARTE 002 — MATEUS 6:9

004 — O PAI NOSSO — PARTE 003 — MATEUS 6:9

005 — O PAI NOSSO — PARTE 004 — MATEUS 6:9a — PAI NOSSO QUE ESTÁS NOS CÉUS

006 — O PAI NOSSO — PARTE 005 — INTRODUÇÃO À ESTRUTURA DO PAI NOSSO — Mateus 6:9—13

007 — O PAI NOSSO — PARTE 006 — SANTIFICADO SEJA TEU NOME — Mateus 6:9

008 — O PAI NOSSO — PARTE 007 — A RELAÇÃO DA SANTIDADE DE DEUS COM A JUSTIÇA E O AMOR — Mateus 6:9

009 — O PAI NOSSO — PARTE 008 — O REINO DE DEUS — PARTE 001 — Mateus 6:10

010 — O PAI NOSSO — PARTE 009 — O REINO DE DEUS — PARTE 002 — Mateus 6:10
Que Deus abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis

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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

NATAL 2015 - O VERDADEIRO SIGNIFICADO DO NATAL DE JESUS - A SALVAÇÃO DOS PECADORES

          
Texto: Lucas 1:67—79
Introdução.
A. Hoje estaremos nos concentrando em falar acerca do nascimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. 
B. Mas, infelizmente o nascimento de Cristo, e isso já faz algum tempo, deixou de ter significado por dois motivos principais: 
1. Por um lado nós temos uma verdadeira onda, da mais pura idiotice, que varreu as chamadas igrejas evangélicas convencendo as pessoas que celebrar o nascimento de Jesus não era legal, mas que celebrar a Páscoa judaica ou a Festa dos tabernáculos é que são coisas realmente legais, para os crentes celebrarem. Com isso, o nascimento de Jesus foi jogado fora, na lata do lixo, pela maioria das igrejas chamadas evangélicas. Hoje elas tocam shofares, adoram arcas da aliança e celebram as festas judaicas. Estão mais para uma representação pífia dum judaísmo tupiniquim do que para cristãos, minimamente, genuínos.

2. Por outro lado temos esse mercantilismo desenfreado, que graças à crise econômica que enfrentamos esse ano, perdeu muito do seu ímpeto. Apesar disso, Papai Noel continua sendo mais idolatrado e adorado do que nunca como o verdadeiro símbolo do natal.

C. Mas essas posições extremas devem ser ignoradas pelos verdadeiros crentes que devem sim, celebrar o nascimento — NATAL — do Senhor Jesus Cristo, pois sem esse nascimento nós continuaríamos imersos nas mais densas trevas.

D. Apesar de não existir nada, necessariamente, errado com enfeites de natal, com guirlandas, árvores de natal e etc., temos que enfatizar que o verdadeiro assunto do natal é a SALVAÇÃO dos seres humanos.    
E. Desse modo nós podemos resumir a ideia do natal como:   

DEUS ENVIOU O SALVADOR NA PESSOA DO SENHOR JESUS CRISTO

I. A Salvação é do Senhor e Não Depende de Nada de Nós  

A. A salvação é do Senhor 
Jonas 2:9 
Ao SENHOR pertence a salvação! 
B. Em nosso texto principal — Lucas 1:67—79 existem dois versículos que nos dizem que “Deus nos visitou e que irá visitar” — 
68 Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, porque visitou e redimiu o seu povo.
78 Graças à entranhável misericórdia de nosso Deus, pela qual nos visitará o sol nascente das alturas. 
C. Não fomos nós que procuramos a Deus. Ele é que veio ao nosso encontro. 
D. Ele viu nossa condição. Compadeceu-se de nós e veio ao nosso encontro trazer a solução para o nosso problema maior que é o pecado. 
E. Deus não apenas viu nossa condição desesperadora e nos enviou socorro, mas ele assumiu nossa própria forma simples e frágil. E fez isso entrando em nosso mundo na forma dum bebê frágil e submetido a todos os riscos inerentes à vida humana, mas sem pecado. 
F. Como se tudo isso não fosse bastante, ele ainda tomou sobre si todos os nossos pecados e recebeu o justo castigo que os mesmos mereciam na cruz do Calvário, onde também derramou seu precioso sangue para perdoar todos os nossos pecados — 
1 Pedro 2:24 
Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados. 
Colossenses 2:13 
E a vós outros, que estáveis mortos pelas vossas transgressões e pela incircuncisão da vossa carne, vos deu vida juntamente com ele, perdoando todos os nossos delitos. 
G. Sim, Deus nos visitou quando do nascimento de Jesus. 
H. O ponto central até aqui então é: Deus fez tudo o que era necessário para a nossa salvação Ele mesmo. Em todo esse processo não existiu nenhuma cooperação humana, nenhuma iniciativa humana, e nenhum mérito ou habilidade humana envolvidos.
I. A Salvação que Deus nos oferece por meio de Cristo pertence exclusivamente a Ele mesmo. Tudo o que podemos fazer é aceitar a mesma como oferecida.  
II. A Salvação é Alcançada Apenas Por meio da Pessoa de Cristo 
A. Apesar do nome de Jesus não ser diretamente mencionado no nosso texto principal, Ele pode ser facilmente identificado pelas palavras do verso — 
69 E nos suscitou plena e poderosa salvação na casa de Davi, seu servo. 
B. Jesus, como é evidente, era descendente do rei Davi — 
Mateus 1:1 
Livro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão. 
C. Zacarias o pai de João Batista profetizou o seguinte acerca de seu filho e também acerca do Messias — 
Lucas 1:76 
Tu, menino, serás chamado profeta do Altíssimo, porque precederás o Senhor, preparando-lhe os caminhos. 
D. Em outras palavras, Zacarias reconhece que o Salvador que havia de vir era o próprio Deus em forma humana. 
E. O próprio João, apesar de ser 6 meses mais velho que Jesus reconheceu o seguinte — 
João 1:30 
É este a favor de quem eu disse: após mim vem um varão que tem a primazia, porque já existia antes de mim. 
F. Zacarias se refere ao Senhor Jesus como o “Sol nascente das alturas” — 
78 Graças à entranhável misericórdia de nosso Deus, pela qual nos visitará o sol nascente das alturas. 
Essas palavras de Zacarias são uma referência direta à profecia que encontramos em — 
Malaquias 4:2 
Mas para vós outros que temeis o meu nome nascerá o sol da justiça, trazendo salvação nas suas asas; saireis e saltareis como bezerros soltos da estrebaria. 
G. Foi por esse motivo que Jesus se apresentou como sendo — 
João 8:12 
Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida.
 H. É evidente que Jesus é o Salvador da humanidade conforme anunciado por Zacarias em nosso texto principal. Mas existe ainda outro texto que afirma isso de maneira bem clara — 
Mateus 1:21 
Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles. 
I. Esse é exatamente o significado do nome JESUS = DEUS É SALVADOR 

III. A Salvação que Nos Vem por Meio do Natal de Cristo Significa o perdão de todos os nossos pecados por meio exclusivo da graça de Deus  

A. Nosso trecho principal nos fala a princípio da salvação como sendo uma libertação do povo de Israel de seus inimigos. Nós podemos ver isso em: 
Lucas 1:71 
Para nos libertar dos nossos inimigos e das mãos de todos os que nos odeiam;
Lucas 1:74 
De conceder-nos que, livres das mãos de inimigos, o adorássemos sem temor. 
B. Esse aspecto político da salvação encontrará seu pleno cumprimento apenas quando estivermos, para sempre diante da gloriosa presença de nosso Deus e Salvador, o Senhor Jesus Cristo. 
C. É mesmo uma grande pena que os judeus dos dias de Jesus vieram a entender a salvação de Deus apenas em termos políticos e não relacionada aos pecados. 
D. Mas a missão de João Batista tinha o propósito de ensinar o povo judeu que a salvação consistia, acima de tudo, no perdão dos pecados: 
Lucas 1:77 
Para dar ao seu povo conhecimento da salvação, no redimi-lo dos seus pecados. 
E. É por esse motivo que João veio pregando a seguinte mensagem desde o início: 
Lucas 3:3 
Ele percorreu toda a circunvizinhança do Jordão, pregando batismo de arrependimento para remissão de pecados, 
D. Apesar dos grandes privilégios que haviam sido derramados sobre o povo de Israel, cada judeu precisava ser reconciliado de volta com Deus de modo individual, como deveria, mais adiante, acontecer com todos os gentios. E como ainda é necessário acontecer até os nossos dias. 
E. Uma vez que Deus é absolutamente Santo e Justo Ele já passou a justa sentença sobre os nossos pecados — e não estamos falando nem de quantidade nem de gravidade dos mesmos — dizendo: 
Romanos 6:23 
Porque o salário do pecado é a morte. 
F. Mas porque Deus é compassivamente misericordioso, Ele decidiu tomar sobre si mesmo — sobre Jesus — todos os nossos pecados e receber o justo castigo que esses pecados mereciam da parte de Deus. 
G. Mais adiante em seu ministério João começou a proclamar a seguinte mensagem — 
João 1:19 
No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! 
H. Em seguida Zacarias funde duas verdades do Novo Testamento num único versículo que é — 
Lucas 1:79 
Para alumiar os que jazem nas trevas e na sombra da morte, e dirigir os nossos pés pelo caminho da paz. 
G. Esse verso reflete o conteúdo de Isaías 9:2 e 60:1—3, que nos falam acerca de todas as pessoas vivem em meio a grandes trevas e que se encontram na região da sombra da morte.  
H. Os versos de Isaías descrevem com precisão aqueles que se perderem pelo deserto e que foram surpreendidos pelas trevas e agora correm sérios riscos de morte cercados por animais selvagens e pelo frio inclemente do deserto. 
I. Mas tão certa como a noite, o fim da mesma representará o início de um novo dia e com ele virão o sol e a luz necessária para conduzirem seus passos em paz e segurança. 
J. Esses versos descrevem de modo claro aqueles que se encontram assentados em meio a densas trevas. Essas pessoas estão perdidas na escuridão e não têm a menor ideia de qual rumo seguir. Elas têm medo da morte que os espreita por todos os lados. Elas não sabem o que fazer para se verem livres dessa situação. Elas precisam de LUZ! 
K. Por causa dessa condição humana é que Deus envia Seu Filho para tornar-se nosso salvador. Para ser verdadeira luz do mundo. Para guiar os perdidos à salvação e guiar seus passos nos caminhos da verdadeira paz que ultrapassa todo o entendimento.

IV. Entendendo como Deus Enxerga o Pecador 
A. Deus enxerga o pecador com profundo e grande amor, cheio e compaixão e de ternura — 
João 3:16 
Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. 
Romanos 5:8 
Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. 
B. Essas verdade estão bem refletidas em nosso texto principal — 
Lucas 1:78 
Graças à entranhável misericórdia de nosso Deus, pela qual nos visitará o sol nascente das alturas. 
C. A expressão “entranhável” diz respeito às entranhas — ou seja, nossas vísceras — pois naqueles dias acreditava-se que o centro de todas as nossas emoções estava assentado sobre nossas vísceras o que, em boa medida, tem sido confirmado pela medicina moderna, já que nossas emoções repercutem diretamente nossas vísceras. 
D. Muitas pessoas não conhecem o Deus da Bíblia e por isso falam dele como se fosse um Deus cruel e amargo. Um biólogo metido a teólogo disse que o Deus do Antigo Testamento é o personagem mais desagradável da história da humanidade. Mas ele é ignorante quanto à verdade bíblica e está equivocado quanto ao que a Bíblia ensina acerca do nosso Deus. Deixemos que Jesus mesmo nos diga como é o Deus verdadeiro e como ele vê o pobre pecador — 
Lucas 15:20 
E, levantando-se, foi para seu pai. Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou. 
E. E é desse modo cheio de compaixão que Deus recebe todo pecador arrependido. 
F. Mas por outro lado, temos que entender que pelo fato de Deus ser justo ele precisa julgar todos os pecados, ou ele não seria justo. Deus não pode ignorar nem um único pecado por mais ínfimo que seja. Que fique bem claro para todos o seguinte: no dia do Juízo final Deus irá derramar toda Sua ira contra o pecado sobre todos os pecadores que não colocaram sua fé no Senhor e Salvador Jesus Cristo a quem Deus enviou para ocupar nosso lugar. Mas os que rejeitam a Jesus terão que ocupar seus próprios lugares. 
H. Com isso notamos que Deus não é apenas justo, mas misericordioso. Deus mandou Seu Filho para assumir nosso lugar e receber o justo castigo que nossos pecados mereciam. 
I. Se como o filho pródigo você se arrepender, tenha a certeza que Deus irá te receber da mesma forma como aquele filho foi recebido. Deus irá perdoar todos os teus pecados e você conhecerá suas mais tenras misericórdias.  

V. A Salvação Resulta Numa Vida de Santo Serviço a Deus. 
A. Zacarias nos diz em nosso texto principal, o seguinte — 
Lucas 1:74—75 
74 De conceder-nos que, livres das mãos de inimigos, o adorássemos sem temor, 
75 em santidade e justiça perante ele, todos os nossos dias. 
B. Ao contrário do que muitos pensam, a Salvação eterna não diz respeito tanto à nossa própria felicidade. Sim é verdade que a vida cristã é uma vida cheia de alegria, plena de contentamento e felicidade. Mas Deus não nos salva para vivermos vidas de eterna felicidade, enquanto ignoramos as necessidades de outras pessoas. 
C. Deus nos salva para que o glorifiquemos — para que as pessoas glorifiquem o Seu Santo Nome. Isso acontece sempre que a alegria que temos em nossas vidas transborda. 
D. Todos aqueles que são salvos, mas vivem apenas para desfrutar a alegria proveniente da salvação desprezando a necessidade dos outros estão apenas se enganando. A verdadeira salvação sempre resulta numa vida de santidade que se interessa e procura servir os outros ao mesmo tempo em que ser o próprio Deus que nos libertou da escravidão do pecado. 
Conclusão:
A. Tudo isso que falamos hoje, vai totalmente na contramão da noção comum de que os seres humanos podem salvar-se a si próprios por meio de suas habilidades ou méritos.

B. Isso explica muito da situação cultural que mencionamos no início da mensagem. As negativas de celebrar o natal, não passam de tentativas pífias de imaginar que podemos nos salvar por nossos próprios meios. Estão todos redondamente enganados.

C. Também vai contra outra ideia comum que é a de que nós merecemos ser salvos.

D. NÃO! A Salvação é de Deus. Como lemos em —

Efésios 2:8

Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus.

E. Se você pensa que pode salvar-se a si mesmo ou que pode, ajudar de alguma forma na tua própria salvação, você precisa aprender o significado verdadeiro do natal.

F. O texto de Lucas contendo as palavras de Zacarias, o pai de João Batista, nos fala do verdadeiro significado do NATAL! Que Deus enviou o Salvador na pessoa do Senhor Jesus. Eu não sou a melhor pessoa para explicar essa verdade para você. O próprio Deus precisa entrar em sua vida para você entender e responder de modo apropriado.

G. É o próprio Deus apenas que pode abrir teus olhos para que você enxergue o que eu estou tentando explicar para vocês. Daí por que temos tanta cegueira acerca do NATAL. De um lado mergulhado nas desasas trevas do mercantilismo, e do outro mergulhados na ignorância dos que se dizem cristãos, mas se recusam a celebrar o nascimento do Salvador Jesus.

H. Se você se encontra na condição em que nunca confiou sua vida ao Salvador Jesus, então você continua sentado na região da sobra da morte. Mas, com certeza Deus está visitando você hoje com o verdadeiro entendimento do Natal, uma vez que ele é misericordioso e compassivo.

I. Arrependa-se dos seus pecados e volte com fé e confiança para o Senhor Jesus que o verdadeiro Salvador. Se você se voltar para o Senhor Jesus, você irá conhecer as tenras misericórdias de Deus que podem perdoar todos os teus pecados, te tornar numa nova criação e te reconciliarem com Deus, fazendo de você um verdadeiro filho de Deus por meio da adoção na família do Pai.

J. Quando nos voltamos para Deus e para Cristo, então somos capazes de entender o verdadeiro significado do NATAL! 

Isaías 55:7

Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao SENHOR, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar. 

Que Deus abençoe a todos. 

Alexandros Meimaridis 

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