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sexta-feira, 8 de julho de 2016

PASTOR EVANGÉLICO É PRESO SOB SUSPEITA DE ABUSO CONTRA MENOR


Bianca Toledo e Felipe G. Heiderich casaram em 2014 (Foto: Reprodução/Facebook)
Bianca Toledo e Felipe G. Heiderich se casaram em 2014 (Foto: Reprodução/Facebook)

O artigo abaixo foi publicado pelo site G1 Rio.

Pastor é preso no Rio suspeito de estuprar o enteado de 5 anos

Felipe Heiderich está preso preventivamente em Bangu.
De acordo com a polícia, há provas que ele cometeu abusos sexuais.
Do G1 Rio

Está preso no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste do Rio, o pastor Felipe Heiderich. De acordo com a Polícia Civil, ele foi denunciado pela esposa, a também pastora Bianca Toledo, por abusos sexuais cometidos contra o filho dela, um menino de cinco anos.

O pastor foi preso por agentes da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV) na casa do casal no Recreio dos Bandeirantes. A prisão, ocorrida na segunda-feira (4), foi decretada pela Justiça e tem caráter preventivo, com prazo de 30 dias.

Segundo a Polícia Civil, a pastora Bianca procurou a delegacia no dia 22 de junho para denunciar o crime. Foi instaurado inquérito e reunidas provas que subsidiaram o pedido de prisão, aceito pela Justiça.

Na tarde desta quarta-feira (6), o advogado Leandro Meuser usou o perfil do pastor no Facebook para afirmar que são falsas as acusações contra o seu cliente. Segundo o defensor, “a polícia saberá investigar para ao final esclarecer a verdade”.

Advogado de Felipe G. Heiderich Segundo postou mensagem em defesa do pastor (Foto: Reprodução/Facebook)

Advogado de Felipe G. Heiderich Segundo postou mensagem em defesa do pastor (Foto: Reprodução/Facebook)

Anulação do casamento

Com milhares de seguidores no Facebook, Bianca tornou pública a prisão do marido e desabafou sobre o ocorrido, afirmando ter sido enganada. Em uma postagem em seu perfil na rede social, Bianca afirmou que já pediu a anulação do casamento.

“Posso frisar que a anulação do casamento foi iniciada e se torna legitima diante das provas de uma vida dupla e imoral. Contrária a prometida no altar e ressaltada publicamente durante todo casamento. A teologia do Felipe era perfeita, mas seu interior era uma fraude. Me enganou e enganou a todos. É triste, mas é a verdade”, afirmou a pastora em sua postagem.

O vídeo postado por Bianca Toledo poder ser visto no Facebook dela por meio desse link aqui:

 https://www.facebook.com/BiancaToledoOnline/

'Homossexualidade latente'

O desabafo em texto acompanha um vídeo em que a pastora afirma que Felipe tentou suicídio após os abusos contra seu filho virem à tona.

“No dia em que eu o confrontei ele chegou a confirmar comigo que ele tinha um quadro de homossexualidade latente no tempo vigente do meu casamento com ele”, revelou Bianca, reiterando o desejo de anular o casamento.

Com mais de 3 milhões de seguidores na rede social, Bianca enfatizou que seu desabafo era uma forma de manter a transparência com seu público.

"Como mãe eu posso dizer que os meus últimos dias foram os piores dias da minha vida", ressaltou a pastora.

O artigo original poderá ser visto por meio do seguinte link:

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2016/07/pastor-e-preso-no-rio-suspeito-de-estuprar-o-enteado-de-5-anos.html

NOSSO COMENTÁRIO



Conforme nossa posição, já bem conhecida dos leitores, pedimos que ninguém pule para as conclusões antes que o devido processo legal percorra todo seu curso.

Que Deus tenha misericórdia de todos.

Alexandros Meimaridis

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Desde já agradecemos a todos.

terça-feira, 7 de abril de 2015

PAPA É VISTO COMO UM VERDADEIRO REVOLUCIONÁRIO


Papa
Papa: Na Catedral de Nápoles, dia 21 de março, Francisco sofre o ataque das freiras de clausura liberadas para a ocasião

O material abaixo foi publicado pelo site da Revista Carta Capital

Internacional

Entrevista - Dom Matteo Zuppi

"A mensagem de Francisco é absolutamente subversiva"

Bispo auxiliar comenta a ação do papa para a renovação da Igreja, na qual enfrenta a resistência dos tradicionalistas.

Por Claudio Bernabucci, de Roma

Segundo o direito canônico, o papa adquire a potestade universal sobre a Igreja Católica ao ser eleito bispo de Roma e sucessor de São Pedro. O cuidado cotidiano da diocese romana, todavia, é delegado ao cardeal vigário e aos bispos auxiliares. Dentre eles dom Matteo Zuppi, ordenado por Bento XVI em 2012, tem a responsabilidade de supervisionar paróquias e igrejas do centro da cidade. Atento ao diálogo com a cultura laica e companheiro de importantes batalhas comuns, dom Matteo, 59 anos, tem um passado marcado pelo compromisso ao lado dos pobres e dos marginais, em que se destacam as experiências como pároco da Igreja de Santa Maria, em Trastevere, e como negociador internacional no processo de paz em Moçambique.

CartaCapital: Graças à sua experiência pastoral e a seu atual cargo, muito próximo dos vértices vaticanos, o senhor é a pessoa ideal para interpretar o significado da reforma da Cúria que Francisco está promovendo. Qual é a sua visão desse processo?

Matteo Zuppi: Seria um erro considerar a reforma como mera questão administrativa, visando redimensionar e agilizar a Cúria. Eu acredito na aposta em uma mudança espiritual. Francisco incita a Cúria, em primeiro lugar, a liberar-se de algumas distorções, definidas como doenças espirituais, que são provocadas pelo isolamento. Quando a Igreja se fecha, ele afirma, adoece. A esse propósito, o discurso mais claro e, por alguns aspectos, mais intransigente do papa foi aquele dirigido à Cúria na véspera do Natal, no qual ele listou 15 doenças espirituais. Ele afirma que a Cúria deve ser uma casa de espiritualidade e misericórdia, um corpo que aplica as escolhas evangélicas. Se nós viramos uma corte, caindo naquelas deformações que o papa indica (indiferença, vaidade, exibicionismo, dupla vida, maledicências etc.), juntamente com a perda de qualquer credibilidade, não teremos mais nada a dizer ao mundo. A reforma que o papa Francisco visa, portanto, é um processo profundo de mudança estrutural. Não só de pessoas nos diferentes cargos, mas de estilo e perspectiva. 

CC: Em recente entrevista, o papa falou da Cúria como a última corte da Europa. Uma afirmação muito forte, que transmitiu ao mundo inteiro a ideia de um corpo em profundo isolamento aristocrático em relação aos fiéis. Como o senhor acha, então, que Francisco, ao ser eleito, encontrou a Cúria Romana?

MZ: O estado da Cúria está refletido naquela descrição das 15 doenças espirituais, que foram explicitadas de maneira muito franca, não para castigar alguém em particular, mas para exercer espírito construtivo em relação a uma corporação humana, como a Cúria é, que precisa reencontrar o caminho certo. Evidentemente, Francisco está muito preocupado com essas degenerações, mas, com o espírito positivo que o caracteriza, está também esperançoso numa possível renovação.

CC: É evidente, para quem acompanha a evolução deste pontificado, que Francisco é muito amado pelas pessoas comuns, que são tocadas pela sua radical proximidade e se identificam com seu estilo simples e franco. Pelas mesmas razões, ele parece muito menos amado por alguns setores da Igreja. Eu conheço paróquias aqui em Roma que aplicam com muito entusiasmo o ensino do papa e outras que parecem fechadas nas próprias antigas e imóveis certezas. Com base em sua experiência, de onde nascem tais resistências?

MZ: Alguns padres têm dificuldade de acolher o recado de Francisco, por serem prisioneiros de uma concepção de Igreja fechada, tomados por aquelas deformações eclesiásticas de que falamos. Outros se contrapõem sem se contraporem, ativando uma espécie de greve branca. Para superar essas atitudes, nasce o estímulo do papa à clareza e ao falar franco. O método que ele propõe é o do comprometimento: implica o diálogo aberto, a procura constante da comunhão fraterna, que põe de lado as certezas dogmáticas para crescermos mutuamente e nos mantermos sempre vigilantes. Uma confrontação permanente para evitar a esclerose das consciências.

Matteo Zuppi
Matteo Zuppi, bispo auxiliar de Roma

CC: No estilo ou no conteúdo da ação papal, o que mais incomoda a quem resiste?

MZ: A procura, sua inquietação espiritual. Para aqueles que acham tudo já claro, esse é exercício inútil. A doutrina está clara, eles afirmam; trata-se apenas de vivê-la. Mas é exatamente através da vida que constatamos que as pessoas estão distantes da nossa doutrina tradicional e por isso temos de nos interrogar. Há certos padres que preferem a regra, para depois fazer o que lhes agrada. Eles acham que a atitude do papa nos torna inseguros e vulneráveis. Ou submissos à mentalidade corrente. Estão errados: o desafio é como apresentar as verdades de sempre aos homens de hoje, que as consideram distantes.

CC: Em outros termos, o senhor está dizendo que a Cúria, ou seja, o governo da Igreja, tornou-se, com o tempo, doente de todos aqueles males humanos de autorreferência e conservadorismo, minando assim sua natureza de instrumento a serviço da missão da Igreja...

MZ: Sim, certamente.
CC: O papa chegado “do fim do mundo” introduziu como nunca a questão da pobreza na reflexão da Igreja, redescobrindo a mensagem evangélica por excelência. Qual é a sua visão em relação a essa escolha?

MZ: Duas questões, a da teologia do povo e a das pobrezas (ou das periferias, incluindo as periferias existenciais), são cruciais para Francisco. Tocar os pobres e chorar com eles são posturas em que o papa insiste muito. Não se trata de uma questão pastoral, mas de mudar o nosso espírito para encontrar essa atitude nova. Para evitarmos virar funcionários da caridade, e sim para ser peregrinos cheios de compaixão por uma humanidade desesperada, que os pobres representam fisicamente. Além disso, com o nome Francisco escolhido por ele, não é possível esquecer os pobres.

CC: Podemos afirmar, então, que a Igreja, historicamente eurocêntrica, fez uma escolha clarividente e irreversível com a eleição de um papa do Sul do mundo?

MZ: A Igreja tem sido eurocêntrica sobretudo na gestão pastoral e na elaboração teológica, mas hoje não é mais assim. Penso no papel da Ásia, da África, da América Latina. Finalmente, nos demos conta disso. Buscamos agora uma Igreja com articulação diferente. Não devemos nutrir temores, porque isso representa o futuro.

CC: Cada vez que Francisco fala dos males da sua Igreja, parece que fala dos males do mundo. Observo uma fortíssima sincronicidade. Pelas suas declarações, não parece que o papa gosta da ordem das coisas existentes, e o manifesta com muita força...

MZ: Ele não gosta de jeito algum. Entre suas reflexões prioritárias, que Francisco repete incansavelmente nos discursos (como a globalização da indiferença, a divinização do dinheiro como manifestação do demônio, a cultura do descarte), a escolha dos pobres e para os pobres é fundamental. Essa me parece uma verdadeira revolução. Trata-se de recolocar os pobres no centro e defendê-los com compaixão e misericórdia. Essa é uma inversão de perspectiva muito corajosa que muda nossa relação com o mundo.

CC: Então, quando Francisco é hostilizado por certos ambientes, as chamadas elites conservadoras, que o definem como “comunista” para demonizá-lo, podemos observar que, de certa maneira, esse combate tem sentido, porque a mensagem que Francisco está dirigindo ao mundo é subversiva...

MZ: Efetivamente, a mensagem de Francisco é absolutamente subversiva. Por exemplo, na redefinição da função e do significado da riqueza material.

CC: Qual é sua interpretação da escolha do papa de convocar para os próximos meses um Jubileu extraordinário, apenas 15 anos após o anterior?

MZ: A decisão de convocar o Ano Santo no mesmo dia (8 de dezembro) em que foi fechado o Concílio Vaticano II, 50 anos atrás, e dedicá-lo à misericórdia indica com clareza o convite a dar continuidade àquele evento. A verdadeira escolha do Concílio e hoje, de novo, de Francisco é a misericórdia: não julgar, não cobrar o próximo, construir uma Igreja mãe e não madrasta. Será um Jubileu de meditação.

O artigo original do site da Carta Capital poderá ser visto por meio do seguinte link:


OUTROS ARTIGOS ACERCA DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA





























































Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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domingo, 22 de setembro de 2013

Salmos 119:113—120 — O SALMISTA E A VIDA ÍNTEGRA DIANTE DE DEUS — Estudo 016


Esse artigo é parte da série "Exposição do Salmo 119" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nesse Salmo, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará um link para o estudo posterior

Exposição do Salmo 119 – A Excelência da Palavra de Deus - 016

O. Exposição do Salmo 119:113 – 120 – O Salmista e a vida íntegra diante de Deus.

I. Introdução

A. A décima quinta divisão de oito versículos do Salmo 119 inicia com a letra ס  – samech que não possui significado conhecido. Esta letra era usada para indicar o numeral 60. Normalmente é transliterada como a letra “s” em português.

B. Nesta porção o Salmista vai falar da importância de uma vida íntegra diante de Deus, de se levar Deus e Sua Santa Palavra à sério e das graves consequências de se desobedecer a Deus.

1. A vida íntegra versus a vida hipócrita e pretensiosa — versos 113—115.

Verso 113 - O Salmista inicia esta porção falando de sua atitude de aborrecer a duplicidade. Com isto ele está querendo dizer o seguinte:

a. O Salmista não aceita viver uma vida dupla, hipócrita e pretensiosa.

b. Caim é um excelente exemplo individual deste tipo de vida — ver Gênesis 4:1—9.

c. O povo de Israel é um excelente exemplo coletivo deste tipo de vida — ver Isaías 1:1—17.

d. O Salmista opta por amar a Lei de Deus que em outras palavras quer dizer que: ele opta por obedecer a Lei de Deus. A única maneira com que podemos provar que amamos a Deus é sendo obediente aos seus mandamentos — ver João 14:15.

Verso 114 — O Salmista ama a Deus e se refugia em Deus. O Salmista espera em Deus e confia plenamente na Palavra de Deus. Isto é tanto mais verdade se o autor do Salmo 119 for mesmo o rei Davi. Davi creu e esperou na palavra de Deus para ser rei sobre Israel mesmo contra todas as evidências. Deus é nosso perfeito refúgio e escudo — ver Salmos 3:3; 18:2, 30: 27:5; 32:7 e 91:1 – 2.

Verso 115 — O Salmista deseja estar perto de Deus e quer distância dos malfeitores. O Salmista sabe que não pode existir comunhão com os pecadores e que é obrigação de cada e de todo crente se afastar daqueles que praticam iniquidades — ver Salmos 6:8.

Hoje em dia existem muitos crentes que acham que podem manter comunhão com os incrédulos sem sofrer as consequências deletérias desta comunhão

1 Coríntios 15:33

Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes.

O apóstolo Paulo é claro ao dizer que não devemos nos colocar em um jugo desigual com os incrédulos:

2 Coríntios 6:14—18

14 Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?

15 Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo?

16 Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo.

17 Por isso, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em coisas impuras; e eu vos receberei,

18 serei vosso Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso.

Quando nos aproximamos dos incrédulos para manter comunhão com eles, estamos realmente nos afastando de Deus!

Tiago 4:4—10

4 Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.

5 Ou supondes que em vão afirma a Escritura: É com ciúme que por nós anseia o Espírito, que ele fez habitar em nós?

6 Antes, ele dá maior graça; pelo que diz: Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.

7 Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.

8 Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós outros. Purificai as mãos, pecadores; e vós que sois de ânimo dobre, limpai o coração.

9 Afligi-vos, lamentai e chorai. Converta-se o vosso riso em pranto, e a vossa alegria, em tristeza.

10 Humilhai-vos na presença do Senhor, e ele vos exaltará.

2. O Salmista sabe que precisa da ajuda de Deus para viver uma vida íntegra — versos 116—117.


Verso 116 – O Salmista pede para Deus ampará-lo. A palavra hebraica כְָמָך camak — traduzida por amparar neste verso, denota as idéias de apoiar, encostar, escorar e suportar. Ou seja, o Salmista quer se lançar completamente em Deus para experimentar a vida verdadeira. Só experimentamos a vida verdadeira quando alinhamos nossas vidas com a perfeita vontade de Deus como revelada em Sua Santa Palavra.

Verso 117 – O Salmista pede também para Deus sustentá-lo. A palavra hebraica סָעָד ca`ad traduzida por sustentar neste versículo, também significa apoiar, permanecer, estabelecer, fortalecer e confortar. O Salmista contava com a força de Deus para se manter firme. Para não cair. Para não ter do que se envergonhar

3. A grave situação daqueles que querem viver suas vidas sem levar em conta Deus e Sua Santa Palavra — versos 118—119.

Verso 118 – A primeira verdade que o Salmista estabelece acerca daqueles que querem viver suas vidas independentes de Deus e Sua Palavra tem a ver com o fato de que os caminhos dessas pessoas, por estarem pautados em mentiras, terminarão em um grande desapontamento

Provérbios 14:12

Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte.

Verso 119 — A segunda verdade tem a ver com o fato de que Deus sabe quem é íntegro e quem é hipócrita e apenas pretende ou finge ser íntegro. Há muito joio crescendo junto com o trigo. Mas o SENHOR sabe distinguir um do outro e, apesar de deixá-los crescer juntos, no tempo da colheita —o Dia do Juízo — dirá aos ceifeiros: ajuntai primeiro o joio, atai-o em feixes para ser queimado; mas o trigo, recolhei-o no meu celeiro — ver Mateus 13:30 e 49—50.

4. O Salmista e sua reação diante do castigo dos incrédulos — verso 120.

a. O Salmista ao considerar o fim dos incrédulos sente na própria pele o que significa ignorar a Deus e Sua Santa Palavra. Ele está cheio de temor reverente a Deus.

b. Outros servos de Deus testemunharam acerca da severidade dos juízos de Deus. Vejamos os seguintes exemplos e como se sentiram:

Isaías 6:5

Então, disse eu: ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos!

Jeremias 23:9

Acerca dos profetas. O meu coração está quebrantado dentro de mim; todos os meus ossos estremecem; sou como homem embriagado e como homem vencido pelo vinho, por causa do SENHOR e por causa das suas santas palavras.

Habacuque 3:16

Ouvi-o, e o meu íntimo se comoveu, à sua voz, tremeram os meus lábios; entrou a podridão nos meus ossos, e os joelhos me vacilaram, pois, em silêncio, devo esperar o dia da angústia, que virá contra o povo que nos acomete.

c. Precisamos levar Deus e Sua Palavra à sério sob a pena de sofrer as graves conseqüências preditas pelos juízos de Deus.

Conclusão:

1. Deus espera de nós uma vida íntegra. Uma vida coerente os sete dias da semana. Deus não aceita que vivamos como queremos e depois compareçamos diante dele como se nada tivesse acontecido. Deus pode ver cristalinamente através da máscara da nossa pretensão hipócrita. Devemos emendar nossos caminhos e, como diz o apóstolo Paulo: Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus — 2 Coríntios 7:1.

2. Temos que nos conscientizar de que não podemos viver a vida cristã por nossas próprias forças e sim pela força que o Senhor mesmo supre através da Sua graça e através da presença do Seu Espírito Santo habitando em nós –

Zacarias 4:6

Prosseguiu ele e me disse: Esta é a palavra do SENHOR a Zorobabel: Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o SENHOR dos Exércitos.

Efésios 6:10

Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder.

3. O melhor que podemos fazer a favor das nossas almas eternas é ouvir e obedecer ao SENHOR Deus e à Sua santa Palavra!

Isaías 1:18—20

18 Vinde, pois, e arrazoemos, diz o SENHOR; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã.

19 Se quiserdes e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra.

20 Mas, se recusardes e fordes rebeldes, sereis devorados à espada; porque a boca do SENHOR o disse.



OUTROS ESTUDOS NA SÉRIE DO SALMO 119

001 — Estudo Introdutório — A Excelência da Palavra de Deus =

002 — Salmos 119:1—8 — Os Bem Aventurados =

003 — Salmos 119:9—16 — A Importância da Palavra de Deus para os Jovens

004 — Salmos 119:17—24 — A Importância da Palavra de Deus para os Seus Servos

005 — Salmos 119:25—32 — A Confiança do Salmista em Deus e em Sua Palavra

006 — Salmos 119:33—40 — Completa Dependência de Deus e Sua palavra

007 — Salmos 119:41—48 — Servindo Deus Nos Termos de Deus

008 — Salmos 119:49—56 — Encontrando Conforto na Palavra de Deus de Deus

009 — Salmos 119:57—64 — Encontrando Plena Satisfação Apenas em Deus

010 — Salmos 119:65—72 — A Bondade de Deus

011 — Salmos 119:73—80 — A Experiência Pessoal do Salmista com a Palavra de Deus

012 — Salmos 119:81—88 — A esperança baseada em Deus e na Palavra de Deus, nas horas de maior angústia

013 — Salmos 119:89—96 — A Fidelidade de Deus Manifestada em Sua Palavra e Por Meio da Criação

014 — Salmos 119:97—104 — Os inúmeros benefícios derivados da leitura e do estudo da Palavra de Deus.

015 — Salmos 119:105—112 — O apego do Salmista a Deus e à Sua Palavra diante das dificuldades da vida.

016 — Salmos 119:113—120 — O Salmista e a Vida íntegra Diante de Deus.

017 — Salmos 119:121—128 — O Salmista e sua Luta por Justiça com o reconhecimento implícito de que Deus é o único, verdadeiro e definitivo Juiz dos seres humanos.

018 — Salmos 119:129—136 — O Salmista reconhece excelência da Palavra de Deus, ao mesmo tempo em que deplora o fato de que “os homens não guardam a Tua Lei”

019 — Salmos 119:137—144 — Deus, Sua Justiça, Sua Palavra e o Salmista

020 — Salmos 119:145—153 — Uma Lição Objetiva Acerca do Ato de Orar

021 — Salmos 119:153—160 — O contraste entre o Salmista que busca a Deus com intensidade cada vez maior e os ímpios que desprezam a Deus

022 — Salmos 119:161—168 — VERDADEIRA PAZ E SEGURANÇA SÓ EXISTEM EM DEUS

023 — Salmos 119:169—176 — A NECESSIDADE DEFINITIVA QUE TEMOS DE CONFIAR EXCLUSIVAMENTE EM DEUS

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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