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sábado, 11 de outubro de 2014

A SUFICIÊNCIA DAS ESCRITURAS.



Se existe uma questão que está muito em evidência em nossos dias é essa envolvendo a suficiência das Escrituras. Durantes os séculos as Escrituras sempre sofreram ataques de todos os tipos. Mas começando no século XIX as coisas se intensificaram com o surgimento de poderosas falsas religiões que não aceitam a suficiência das Escrituras Sagradas. Entre esses falsos movimentos nós podemos citar:

1. A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos últimos Dias ou Mormonismo

2. A Igreja Adventista do Sétimo Dia e todas suas derivações.

3. As Testemunhas de Jeová.

4. A Ciência Cristã.

5. O Unitarismo.

6. Neo-gnosticismo e Confissão Positiva de E. W. Kenyon.

7. O Espiritismo.

8. Teosofia

9. Etc.

Mas nunca vimos tantos ataques em profusão e agressividade como agora, especialmente por parte dos falsos ensinamentos de E. W. Kenyon ressuscitados e ampliados no meio pentecostal, Neo-pentecostal e da Terceira, Quarta e Quinta onda pentecostais, e pelo surgimento massivo de judaizantes que pretendem conhecer mais as Escrituras que todos mundo junto.

O Artigo abaixo foi publicado pelo site da Editora Fiel e é de autoria de Kevin DeYoung.

Que Diferença a Suficiência das Escrituras Faz na Sua Vida?

Kevin DeYoung
Primamos muito pela doutrina da suficiência das Escrituras. Mas, que diferença faz a suficiência das Escrituras na sua vida cristã? Deixe-me propor quatro maneiras que deveriam fazer uma enorme diferença.

Primeiro, com a suficiência das Escrituras mantemos a tradição em seu lugar. A tradição certamente tem um lugar na compreensão da palavra de Deus e na formulação das convicções doutrinárias da Igreja. A diversidade mais facilmente esquecida hoje é a diversidade dos mortos. Devemos aprender com os grandes mestres que vieram antes de nós. Devemos permanecer firmes sobre os credos ecumênicos da igreja. E, para aqueles de nós em tradições confessionais – como luteranos, anglicanos, presbiterianos e reformados – temos que nos comprometer a apoiar nossos padrões confessionais de forma séria, cuidadosa e com integridade. Mas mesmo esses grandes credos, catecismos e confissões são valiosos apenas enquanto resumem o que é ensinado nas Escrituras. Nenhum texto secundário e feito pelo homem pode substituir ou ser autorizado a subverter a nossa lealdade e conhecimento da Bíblia.

A suficiência das Escrituras fortalece o grito da Reforma de sola Scriptura, ou “Somente a Escritura”. Isso não significa que devemos tentar abordar a Bíblia sem a ajuda de bons professores, recursos escolares e fórmulas doutrinárias testadas. “Somente” não significa “por si só” (nuda Scriptura), mas que a Escritura somente é a autoridade final. Tudo deve ser testado contra a palavra de Deus. A tradição não tem um papel de igualdade com a Bíblia em saber a verdade. Em vez disso, a tradição tem um papel de confirmação, iluminação e apoio. Não podemos aceitar inovações doutrinárias, como a infalibilidade papal, o purgatório, a concepção imaculada ou a veneração de Maria, porque essas doutrinas não podem ser encontradas na Palavra de Deus e contradizem o que é revelado nas Escrituras. Embora possamos respeitar os nossos amigos católicos e ser gratos por muitos aspectos da sua fé e testemunho social, não devemos vacilar em nossa fidelidade à sola Scriptura. Está implícito na compreensão bíblica da sua própria suficiência.

Segundo, porque a Escritura é suficiente, não acrescentaremos ou retiraremos da palavra de Deus. Ao nos achegarmos à Bíblia, devemos sempre lembrar que estamos lendo um livro pactual. E documentos pactuais normalmente concluem com uma maldição de inscrição pactual. Vemos essa maldição em Deuteronômio 4:2 e 12:32, onde os israelitas são advertidos contra acrescentar à lei mosaica ou retirar qualquer coisa dela (cf. Provérbios 30.5-6). Da mesma forma, vemos o mesmo tipo de maldição na conclusão do Novo Testamento em Apocalipse 22.18-19 – “Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro”. Esta forte admoestação, no final de toda a Bíblia, é um lembrete forte de que não devemos acrescentar nada à Escritura – para torná-la melhor, mais segura ou mais de acordo com as nossas suposições – e não devemos retirar nada dela, mesmo se a experiência, revistas acadêmicas ou o humor da cultura insistir que devemos.

Terceiro, visto que a Bíblia é suficiente, podemos esperar que a palavra de Deus seja relevante em todos os aspectos da vida. Deus nos deu tudo o que precisamos para a vida e a piedade (2 Pedro1.3) porque a Escritura é suficiente para nos tornar sábios para a salvação e santos para o Senhor (2 Timóteo 3.14-17). Se aprendermos a ler a Bíblia para baixo (em nossos corações), do outro lado (o enredo da Escritura), para fora (para o fim da história) e para cima (para a glória de Deus, na face de Cristo), descobriremos que cada parte da Bíblia é proveitosa para nós. Afirmar a suficiência das Escrituras não é sugerir que a Bíblia nos diz tudo o que queremos saber sobre tudo, mas que ela nos diz tudo o que precisamos saber sobre o que mais importa. A Escritura não oferece informações completas sobre todos os assuntos, mas em todas as disciplinas que ela trata, só diz o que é verdadeiro. E, em sua verdade, temos conhecimento suficiente para abandonar o pecado, encontrar o Salvador, tomar boas decisões, se Deus quiser, e chegar à raiz dos nossos problemas mais profundos.

Quarto, a doutrina da suficiência das Escrituras nos convida a abrir nossas Bíblias para ouvir a voz de Deus. Não muito tempo atrás, eu estava em um grupo de aconselhamento da denominação onde nos foi dito para encontrarmos nossas “normas” como uma comunidade. Quando sugeri que a nossa primeira norma deveria ser testar tudo à luz da palavra de Deus, foi-medito – e isto é uma citação exata – que “não estamos aqui para abrir nossas Bíblias”. O objetivo do grupo, aparentemente, era que nós ouvíssemos nossos corações e uns aos outros, mas nem tanto de forma que ouvíssemos a Deus. Mais tarde, na mesma reunião denominacional, um pastor da América do Sul abordou todo o corpo. Ao perceber uma propaganda na parte de trás sobre um evento em que iríamos “descobrir” a visão de Deus para a nossa denominação, o homem disse: “Descobrir? Espero que vocês encontrem o que estão procurando. E tentem não demorar muito”. Foi uma alfinetada bem colocada em relação à tendência na Igreja estadunidense de planejar, e sonhar, e esquematizar, e projetar uma visão, e se envolver em discernimento mútuo, tudo enquanto, ao mesmo tempo, a clara voz de Deus permanece negligenciada em nosso colo.

O artigo original do site da Editora Fiel poderá ser visto por meio desse link aqui:


Kevin DeYoung Kevin DeYoung

É o pastor principal da University Reformed Church, em East Lansing (Michigan). Obteve sua graduação pelo Hope College e seu mestrado em teologia pelo Gordon-Conwell Teological Seminary. É preletor em conferências teológicas e mantém um blog na página do ministério ­ The Gospel Coalition. 

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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domingo, 14 de setembro de 2014

2 Coríntios 12:11 – 13:14 - O Apelo Final do Apóstolo Paulo - Sermão # 17


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Esse esboço de sermão é parte da série "Exposição da 2 Epístola de Paulo aos Coríntios" e é muito recomendável que o leitor procure conhecer todos os aspectos das verdades contidas nessa exposição, com aplicações para os nossos dias. No final do artigo você encontrará links para outros estudos dessa série.

Sermões na Segunda Epístola de Paulo aos Coríntios


Introdução.

A. Ao lermos estas últimas palavras do apóstolo em 2 Coríntios nos podemos perceber que estamos diante de um homem que envidou um esforço enorme e que agora está bastante cansado como resultado direto daquele esforço. 
B. Como já mencionamos anteriormente o relacionamento do apóstolo Paulo com a igreja em Corinto estava passando por um período de muita turbulência. 
C. Vejamos, então qual é...
O Apelo Final do Apóstolo Paulo

I. A Última Repreensão de Paulo. 
A. Paulo inicia esta secção se desculpando pelo fato de ter falado acerca de si mesmo de maneira tão extensa — 
2 Coríntios 12:11a 
Tenho-me tornado insensato; a isto me constrangestes. 
B. Ao administrar sua última repreensão, Paulo fala acerca de... 
1. Da dívida que os Coríntios tinham para com Paulo. 
2 Coríntios 12:11 
Eu devia ter sido louvado por vós! 
Mas não foi louvor que ele recebeu e sim críticas. 
C. Seus críticos, como já vimos, eram de dois tipos: 
1. Em primeiro lugar Paulo enfrentava a oposição dos judaizantes que ensinavam que os crentes em Cristo estavam obrigados a guardar a Lei de Moisés. 
2. Em segundo lugar Paulo enfrentava a oposição de mestres pagãos que desejavam misturar a fé cristã com práticas pagãs.
3. Assim Paulo era criticado tanto por aquilo que ele era, um judeu, como pelo que ensinava acerca da nossa liberdade em Cristo! 
D. Paulo reage a estas críticas, pois percebia nelas uma enorme ingratidão. Sua repreensão é sua última tentativa de ganhar esses homens sem ter que confrontá-los quando estivesse em Corinto em um futuro próximo. 
E. Paulo segue em frente e fala acerca das.. 
1. Dúvidas que eles tinham com referência ao trabalho de Paulo no meio deles. 
a. Ainda em 2 Coríntios 12:11 Paulo diz: “...em nada fui inferior a estes apóstolos”. 
b. Como já vimos anteriormente aqueles outros mestres se referiam a Paulo como alguém que não tinha uma boa imagem ou aparência e como alguém que não era tão habilidoso na arte de falar como alguns daqueles homens eram. 
c. Não existe nada mais fácil do que criticar e desacreditar o trabalho de uma pessoa. 
d. No caso de Paulo essas críticas só eram possíveis porque estavam baseadas em falsas premissas. E uma das premissas básica era a de cobrar pelo serviço de ensinar. 
e. Como Paulo não havia cobrado por seus serviços estes indivíduos argumentavam que a igreja em Corinto era inferior às outras igrejas — 
2 Coríntios 12:13 
Porque, em que tendes vós sido inferiores às demais igrejas, senão neste fato de não vos ter sido pesado? Perdoai-me esta injustiça. 
F. Paulo se defende deixando claro que seu interesse estava nas pessoas e não no dinheiro delas —  
2 Coríntios 14—15 
14 Eis que, pela terceira vez, estou pronto a ir ter convosco e não vos serei pesado; pois não vou atrás dos vossos bens, mas procuro a vós outros. Não devem os filhos entesourar para os pais, mas os pais, para os filhos. 
15 Eu de boa vontade me gastarei e ainda me deixarei gastar em prol da vossa alma. Se mais vos amo, serei menos amado? 
Em função disto existia uma reação espiritual que apóstolo Paulo esperava. 
II. O tipo de reação espiritual que o apóstolo Paulo esperava. 
A. Começando em 2 Coríntios 12:19 nós podemos perceber duas linhas de pensamento. 
B. Os motivos que mantinham Paulo firme no seu ministério. 
1. Em primeiro lugar e mais importante que tudo era o bem espiritual daqueles a quem ele procurava servir. Paulo diz: Falamos em Cristo... e tudo para a vossa edificação — 2 Coríntios 12:19. 
2. Em 2 Coríntios 13:7 o mesmo sentimento está manifestado — 
Estamos orando a Deus para que não façais mal algum, não para que, simplesmente, pareçamos aprovados, mas para que façais o bem, embora sejamos tidos como reprovados. 
3. Esta preocupação de Paulo tinha a ver diretamente com o fato de que ele temia que os crentes em Corinto, enganados por falsos ensinamentos, acabassem por destruir a obra de Deus naquela cidade — 
2 Coríntios 12:20—21 
20 Temo, pois, que, indo ter convosco, não vos encontre na forma em que vos quero, e que também vós me acheis diferente do que esperáveis, e que haja entre vós contendas, invejas, iras, porfias, detrações, intrigas, orgulho e tumultos. 
21 Receio que, indo outra vez, o meu Deus me humilhe no meio de vós, e eu venha a chorar por muitos que, outrora, pecaram e não se arrependeram da impureza, prostituição e lascívia que cometeram. 
4. Mas ao mesmo tempo que Paulo está preocupado ele também está determinado a confrontar aqueles que labutam no erro — 
2 Coríntios 13:2 
Já o disse anteriormente e torno a dizer, como fiz quando estive presente pela segunda vez; mas, agora, estando ausente, o digo aos que, outrora, pecaram e a todos os mais que, se outra vez for, não os pouparei. 
5. Quando os medicamentos não surtem os efeitos desejados nada mais resta senão o bisturi do cirurgião! 
B. Além de falar acerca dos motivos que o mantinham firme, Paulo fala também acerca... 
1. Do Senhor que controlava Paulo em seu ministério. 
2. Em 2 Coríntios 12:19 Paulo deixa claro que: Falamos em Cristo, perante Deus. Este é o Senhor a quem eu sirvo. 
3. Sendo Deus: 
a. O Deus da verdade — 
Salmos 31:5 
Nas tuas mãos, entrego o meu espírito; tu me remiste, SENHOR, Deus da verdade. 
b. O único Deus verdadeiro — 
João 17:3 
E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste. 
c. O Deus que não pode mentir — 
Tito 1:2 
Na esperança da vida eterna que o Deus que não pode mentir prometeu antes dos tempos eternos. 
4. E sendo Jesus a encarnação da própria verdade, pois ele disse: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida! — João 14:6. 
5. Então a conclusão de Paulo não pode ser diferente da que encontramos em — 
2 Coríntios 13:8 
Porque nada podemos contra a verdade, senão em favor da própria verdade. 
6. Somente através da submissão constantes à verdade do evangelho é que podemos ser aperfeiçoados — 
2 Coríntios 13:9 
Porque nos regozijamos quando nós estamos fracos e vós, fortes; e isto é o que pedimos: o vosso aperfeiçoamento. 
III. O Pedido Prático que Paulo Faz. 
A. Existem duas coisas neste texto que Paulo pede à comunidade de cristãos em Corinto. 
1. Paulo orienta os cristãos em Corinto olharem para si mesmos. 
a. Em 2 Coríntios 13:5 Paulo orienta os irmãos a πειράζετε – peirázete – examinai-vos a vós mesmos e a δοκιμάζετε – dokimázete – provai-vos a vós mesmos. A intenção destes testes é para confirmar se eles estavam mesmo ou não “em Cristo”. 
b. Isto era necessário porque certos comportamentos em Corinto punham em questão se eles eram mesmo ou não membros da família de Deus.
c. Paulo pede que estas pessoas se concentrem em si mesmas em vez de se concentrarem na pessoa dele. 
d. Uma das maiores verdades que existem nos relacionamentos interpessoais de qualquer igreja é que as pessoas que mais criticam são sempre aquelas que menos fazem! 
B. Em segundo lugar Paulo os instrui acerca de.. 
1. Como os cristãos em Corinto deviam viver. 
a. A instrução de Paulo acerca de como os irmãos deveriam viver pode ser encontrada em — 
2 Coríntios 13:11 
Quanto ao mais, irmãos, adeus! Aperfeiçoai-vos, consolai-vos, sede do mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz estará convosco. 
b. A idéia central do verso acima é que os cristãos em Corinto deviam viver, acima de tudo, em Paz. 
c. A promessa feita por Paulo é que quando viverem em Paz o próprio Deus de amor e da paz estaria com eles. 
d. É realmente inacreditável como entre os cristãos pode existir um ambiente que seja uma atmosfera onde Deus não opera! 
e. Existe realmente um solo onde a obra de Deus pode prosperar e outro onde só reina confusão. Neste é impossível haver crescimento espiritual. 
IV. Paulo termina sua epístola com palavras com as quais estamos bastante familiarizados — 
1 Coríntios 13:13
A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós. 
Conclusão. 
1. Todos nós, por causa do nosso egoísmo, temos este pendor natural de sermos profundamente ingratos com aqueles que nos fazem bem, tão logo alguma de nossas vontades, é contrariada. Quando nos voltamos contra aqueles que nos ensinam e nos edificam no evangelho, nós estamos deixando de reconhecer a obra que Deus está fazendo em nosso meio através destas pessoas. O autor da Epístola aos Hebreus exorta os irmãos com as seguintes palavras — 
Hebreus 13:17 
Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles; pois velam por vossa alma, como quem deve prestar contas, para que façam isto com alegria e não gemendo; porque isto não aproveita a vós outros. 
2. Existe um orgulho básico no ser humano que eu chamo de orgulho derivado. Este orgulho tem a ver com aqueles com os quais a pessoa está envolvida ou com as coisas com as quais a pessoas está envolvida. Tem a ver com quem a pessoa está ouvindo. Tem a ver com o prédio onde a reunião está acontecendo. Tem a ver com a organização com a qual a pessoa está relacionada. Meus irmãos, tudo isto é completamente vazio se estas coisas todas não estiverem amparadas na verdade! Pode ser quem for — professor, doutor, bispo, presidente e etc. — pode ser onde for — em um templo suntuoso ou em uma enorme basílica — se não estiver amparado pela verdade é tudo inútil para a edificação das pessoas. A verdade é que nós gostamos de ouvir pessoas importantes, gostamos de frequentar lugares imponentes, gostamos de nos misturar com multidões de pessoas que pensam como nós. Afinal, não queremos ficar de fora, não é mesmo? 
3. Quando agirmos ou vermos alguém agindo de maneira que é claramente contrária aos ensinamentos das Escrituras, devemos parar e nos perguntar: sou realmente crente em Jesus? Se sou devo me arrepender imediatamente e mudar minha atitude. Se for um irmão que estiver passando por esta situação devemos ajudá-lo a caminhar na direção certa. 
4. Não acredito que sejam verdadeiramente crentes aqueles que fazem intencionalmente o mal a outras pessoas e não se arrependem e buscam ser perdoados! 
5. Temos que aprender a viver em paz meus irmãos. E para viver em paz precisamos sempre reconhecer nossos erros e procurar aqueles contra os quais erramos e pedir perdão. Somente assim poderemos manter verdadeira paz em nosso meio. Nosso orgulho precisa ser posto de lado tanto da parte do ofensor quanto da parte do ofendido se quisermos realmente viver em paz. Quando agimos assim, e somente quando agimos assim, então... 
6. O Deus de Amor e de Paz estará conosco. 
Para refletir: o que você tem feito para contribuir com a presença do Deus de amor e de paz no meio em que vive? 
OUTRAS MENSAGENS EM 2 CORÍNTIOS PODEM SER ACESSSADAS POR MEIO DOS LINKS ABAIXO

001 — A Escola do Sofrimento – 2 Coríntios 2:1—11

002 — Os Críticos do Apóstolo Paulo — 2 Coríntios 1:12 — 2:11

003 — Como Paulo Entendia o Ministério Cristão — 2 Coríntios 2:12 — 3:3

004 — A Confiança que Paulo Tinha em Sua Mensagem— 2 Coríntios 3:4—18 — Parte 1

005 — A Confiança que Paulo Tinha em Sua Mensagem— 2 Coríntios 4:1—6 — parte 2

006 — Batalhas e Bênçãos — 2 Coríntios 4:7—15

007 — Crescendo Apesar de Estar Envelhecendo — 2 Coríntios 4:16—5:9

008 — As Pressões da Responsabilidade — Parte 1 — 2 Coríntios 5:9—14

009 — As Pressões da Responsabilidade — Parte 2 — 2 Coríntios 5:14—6:4

010 — As Pressões da Responsabilidade — Parte 3 — 2 Coríntios 6:3—10

011 — Os Princípios e a Prática da Separação Bíblica — 2 Coríntios 6:11—7:3

012 — Tudo Vai Bem, Quando Termina Bem — 2 Coríntios 7:4—16

013 — A Prática Cristã de Contribuir — 2 Coríntios 8—9

014 — No Fim o Que Conta é Como Deus nos Vê — 2 Coríntios 10

015 — Paulo Responde a Seus Detratores — 2 Coríntios 11

016 — Deixando as Dificuldades e Através da Descoberta, Chegando na Doxologia — 2 Coríntios 12:1—10

017 — O Apelo Final do Apóstolo Paulo — 2 Coríntios 12:11 — 13:14.

Grande Abraço e que Deus possa abençoar a todos.

Alexandros Meimaridis

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quarta-feira, 23 de julho de 2014

EDIR MACEDO: UM VISLUMBRE DE SUA PESSOA COMO SUMO SACERDOTE


Edir Macedo o sumo-sacerdote da Igreja Universal do Reino de Deus

Que Edir Macedo é um falso mestre isso já sabemos há muito tempo.

Que os evangélicos têm sido dominados por uma corja de judaizantes que engana o povo adotando elementos da fé judaica — Shofar, Talit, Menorah, Arca da Aliança, Óleos Ungidos para Unção, Bandeiras do Estado de Israel e etc. — que fazem a alegria dos comerciantes que vendem tais porcarias aos borbotões, também já sabemos.

Mas, sem sombra de dúvida o maior engodo é o chamado Templo de Salomão ou o Templo do Sacrifício de onde o falso mestre Edir Macedo pretende comandar sua religião como Supremo Sumo Sacerdote. Sua religião é pagã e mistura elementos do judaísmo, da cristandade evangélica, do catolicismo romano, da umbanda, do budismo e etc. Tudo com o objetivo de arrancar a maior quantidade de dinheiro dos ávidos interessados que irão frequentar essa verdadeira abominação aos olhos de Deus.

O Templo de Salomão já realizou duas reuniões antes da inauguração oficial que deverá ocorrer no final do mês de Julho.

A seguir oferecemos para a apreciação do nosso leitor uma série de fotografias feitas no local durante o primeiro culto.

Falso Profeta em Ação

Diversas cenas fotografadas no culto do templo de Salomão, no Brás.

Judaizante vestido a caráter: Kipá na cabeça e Talit ao redor dos ombros.

Falsos Levitas vestidos a caráter para receber os ávidos participantes do culto abominável

Na mensagem que pregou na primeira reunião no Templo de Salomão o falso mestre Edir Macedo, além de agir como o supremo Sumo Sacerdote de sua falsa religião se comparou ao patriarca da fé, roubando o título que já pertence ao falso mestre Renê Terra Nova.

Os que tiverem interesse em assistir ao vídeo da primeira mensagem pregada no Templo de Salomão, poderão fazê-lo por meio do link abaixo:


Como podemos ver a judaização da fé cristã irá avançar agora mais rapidamente, porque ninguém vai querer perder o dinheiro que pode ser feito com tais práticas como o falso mestre Edir Macedo já está demonstrando.

PARA REFLETIR

Mateus 18:7

Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é inevitável que venham escândalos, mas ai do homem pelo qual vem o escândalo!

Romanos 16:17

Rogo-vos, irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos, em desacordo com a doutrina que aprendestes; afastai-vos deles

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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sábado, 22 de março de 2014

YOSSEF AKIVA E A IDOLATRIA DA ARCA DA ALIANÇA


Yossef Akiva foto divilgação




YOSSEF AKIVA E A ARCA DA ALIANÇA

Como já tivemos a oportunidade de demonstrar antes, o chamado povo evangélico está sofrendo um massivo processo de judaização — porque não conhecem a Jesus Cristo — que está centrado em coisas do tipo:

1. Viagens para Israel.

2. Essas viagens, por sua vez, proporcionam a oportunidade para algumas experiências inúteis, porém memoráveis — como ser REBATIZADO nas águas do Rio Jordão — a compra de sacos com areia de algum dos desertos da Palestina, a compra de menorás — candelabro de sete braços, um dos objetos principais do culto hebraico, um dos favoritos — a compra e adoção de panos de oração chamados de “talit”, e a mais fantástica de todas: uma réplica da Arca da Aliança.

Para entender melhor esse processo sugerimos a leitura de nosso artigo “Judaizantes Modernos” que pode ser visto por meio desse link aqui:


Quanto a adoração da “Arca da Aliança” sugerimos que assistam a esse vídeo aqui:


Aproveitando-se dessa mistificação e judaização o sr. José Marcelo, mais conhecido com Yossef Akiva, depois de ter se tornado um falso judeu hassídico — fantasia que já abandonou a algum tempo — começou a fabricar e vender réplicas da arca da aliança. Os preços variam de acordo com o tamanho de R$ 100,00 até 10.000,00, mas não se diz que as mesmas são vendidas e sim que “serão dadas de presente” em troca das respectivas ofertas – risos.

Akiva sendo um idólatra, costuma conduzir o povo a se ajoelhar ao redor de uma réplica da Arca da Aliança com o objetivo de orar e tocar na mesma com a garantia de que qualquer pedido que seja feito será atendido por Deus. Quanta superstição, quanta enganação!

O material abaixo mostra em texto e foto essa prática abominável. O material original foi publicado pelo Blog “Profundo no Mundo” que, infelizmente não existe mais, depois foi transcrito para o Blog “PavaBlog — http://pavablog.blogspot.com.br/2009/02/arca-bouco-da-manipulacao.html — e por fim, o site Bereianos — http://bereianos.blogspot.com.br/2009/02/arca-bouco-da-manipulacao.html#.Uywqs86GgZM — publicou o texto adicionando fotos que provam a abominação.

Abaixo reproduzimos o material do site dos Bereianos para que todos saibam que Yossef Akiva além de um falso mestre — ver nossas análises de algumas de suas mensagens — é também um incentivador da idolatria relacionada com a “arca da aliança”.

O mais curioso nisso tudo é que Yossef Akiva se define a si mesmo como: humanista/pensador leigo/exegeta. Ou seja: ele admite que não é crente, que não tem formação acadêmica, e como deixamos provado, ele deixa muito a desejar quando o assunto é exegese. Mas tem gente que adora e idolatra o mesmo como o “o maior pregador do Brasil” e outras bobagens.

Segue o material do site “Os Bereianos”:

Arca-bouço da manipulação.



Youssef Akiva conduz o povo a idolatrar uma cópia da arca da aliança

Yossef Akiva: "Agora a arca da aliança irá entrar, quando ela estiver entrando, vocês vão olhar para ela, se possível, tocar nela, e fazer um pedido, e Deus irá conceder o pedido que vocês fizerem."

"Nesse momento eu estarei distribuindo réplicas da arca, vocês virão, só os que crêem, e irão pegar a arca com a mão direita. Levarão a arca para casa, deixarão de hoje até amanhã num lugar específico. E amanhã vocês devolverão a arca com uma oferta a Deus."


"Eu tenho aqui réplicas de metal da arca. Quem trouxer a oferta de dez mil reais, vai ganhar de presente essa arca grande, quem trouxer a oferta de cinco mil, levará essa menor, e os que trouxerem a oferta de mil, essa outra pequena. [...] e eu profetizo em nome de... (umas palavras em hebraico), que em no máximo três meses, sua vitória vai chegar."

Os adoradores da arca, adorando como no Velho Testamento, para eles o véu não foi rasgado. Adoram tudo, menos Jesus... tudo em nome do "dinheiro", é claro.

PARA MEDITAR:

Jeremias 5:3

Ah! SENHOR, não é para a fidelidade que atentam os teus olhos? Tu os feriste, e não lhes doeu; consumiste-os, e não quiseram receber a disciplina; endureceram o rosto mais do que uma rocha; não quiseram voltar.

Que Deus tenha misericórdia de todos esses idólatras e os ajude a voltarem para os retos caminhos do Senhor.

Alexandros Meimaridis

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