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quarta-feira, 4 de maio de 2016

TEOLOGIA DO NOVO TESTAMENTO — ESTUDO 010 — O LUGAR DO CANON NA TEOLOGIA DO NOVO TESTAMENTO



Esse é um estudo especial que irá abordar temas de grande interesse, tais como: 1. Deus 2. Os seres humanos e o mundo criado 3. Jesus e Sua missão como o CRISTO. 4. O Espírito Santo. 5. A vida cristã. 6. A Igreja. 7. O futuro e etc. Esperamos que a mesma possa ajudar todos os nossos leitores a conhecerem melhor o que o Novo Testamento ensina acerca de tudo o que nos é importante.

INTRODUÇÃO GERAL

O LUGAR DO CANON DA TEOLOGIA DO NOVO TESTAMENTO

Nos dois estudos anteriores nós já tivemos a oportunidade de discutir alguns aspectos de canonicidade. Naquela oportunidade mencionamos que muitos estudiosos não aceitam restringir a pesquisa referente a Jesus Cristo apenas aos textos contidos no Novo Testamento, mas desejam expandir a pesquisa para incluir, em pé de igualdade, toda a literatura não canônica. Como alega um defensor dessa tese, nenhum escrito do Novo testamento foi produzido com uma etiqueta de canônico. Partindo dessa premissa, esses estudiosos alegam que qualquer pessoa que aceita apenas os livros constantes do Novo Testamento está, na verdade, se submetendo a opinião dos pais da igreja que viveram entre os séculos II até IV da Era cristã. Mas as coisas não podem ser tão simples nem tão diretas assim, Tal afirmação é, na realidade, uma representação equivocada dos fatos.

É fato que o Canon do Novo Testamento foi reconhecido e aceito por bispos e teólogos do período mencionado acima, mas esse processo não teve início com eles. Nós podemos afirmar que o conceito da Teologia do Novo Testamento exige o reconhecimento da existência duma coleção literária de modo especial e preferencial. Adolf Schlatter disse o seguinte a esse respeito: “Ao canonizar certo grupo de manuscritos, as gerações que seguiram os apóstolos expressar, com clareza, o exato lugar de onde eles encontraram a palavra por meio da qual a igreja surgiu e também de onde recebe a seiva vital para sua existência através de todas as épocas”[1]. Desse modo é apenas correto entendermos que a Teologia do Novo Testamento encontra-se firmemente alicerçada num conjunto literário aceito como inspirado.

Uma segunda questão que precisamos abordar é se a expressão um Canon dentro do Canon é correta e qual é o efeito da mesma para o estudo da Teologia do Novo Testamento? Em outras palavras, é possível um intérprete adotar somente parte do material contido no Novo Testamento ou ele está obrigado a utilizar todo o material existente nos vinte livros que compõem o Novo Testamento? A ideia do Canon dentro do Canon foi introduzida por E. Käsemann que foi forte defensor da mesma[2]. Ainda assim essa ideia não era completamente nova. Foi Martinho Lutero quem abriu essa estrada com sua argumentação que existiam livros no Novo Testamento que possuíam valor absoluto que era maior do que outros livros. Lutero considerava as epístolas aos Romanos e aos Gálatas superiores à epístola de Tiago, por exemplo. Para Lutero essa última era uma epístola de palha. Mesmo assim há estudiosos que negam que Lutero defendia a ideia de um Canon dentro Canon, como acontece com N. B. Stonehouse. Por outro lado, Rudolf Bultmann em sua Teologia do Novo Testamento[3] praticamente adota uma visão limitada do Canon ao se concentrar em Paulo e João. Já Werner Kümmel em sua Síntese Teológica do Novo Testamento[4] repete Bultmman, mas aceita o material referente aos ensinamentos de Jesus. Em todos esses casos não é difícil perceber que os limites da Teologia do Novo Testamento são estabelecidos não pelo próprio Novo Testamento, mas pelos seus intérpretes. Mas seria esse um procedimento legítimo?

Caso aceitemos uma função meramente descritiva atribuída à Teologia do Novo Testamento, essa última questão é irrelevante se algumas partes menores do Novo Testamento fossem suprimidas. Mas se existe qualquer sentido por meio do qual os processos de pensamento do Novo Testamento possam ser considerados como uma força normativas, então o intérprete não está autorizado a escolher o material que deseja utilizar e rejeitar o restante, como base para seu trabalho. Tal abordagem sempre estará sujeita a um severo escrutínio.

Outro aspecto que vale a pena ser levando nesse contexto é a ideia defendida por James D. G. Dunn[5] em seu livro acerca da unidade e da diversidade que encontramos no Novo Testamento. Para Dunn a própria igreja criou diversos Canons dentro do Canon ao adotar determinadas porções em sua atividades, especialmente aquelas que estão relacionadas a lecionários[6]. Mas devemos deixar claro que a existência de lecionários não pode ser usada como base para se determinar o escopo da Teologia do Novo Testamento. Sempre que uma denominação enfatiza mais uma parte das Escrituras do que outras é função primordial da Teologia do Novo Testamento oferecer o corretivo necessário. Nossa preocupação primária deve estar centrada em determinar que materiais escritos oferecem uma base sólida para nossos estudos e não podemos aceitar nenhuma abordagem que dependa duma abordagem seletiva dos livros do Novo Testamento.

Essa perspectiva deve também ser aplicada contra aqueles que não aceitam que Efésios, Colossenses e as Epístolas Pastorais sejam material originalmente produzido pelo apóstolo Paulo. Não é possível fazer Teologia do Novo Testamento quando tratamos o material paulino desse modo. Nenhuma Teologia do Novo Testamento terá uma base sólida se for edificada sobre a areia movediça da não aceitação do Canon. Nós aceitamos que todas as epístolas atribuídas a Paulo no Novo Testamento são da lavra do apóstolo dos gentios.

Mais adiante iremos discutir a questão pertinente à unidade do Novo Testamento. Por hora é suficiente afirmar que unidade no Novo Testamento representa a ideia do Canon. O Novo Testamento é uma coleção de livros autoritativos e, essa verdade, deve ser mantida com a maior clareza possível, para o bem tanto do estudioso como dos seus leitores. Com isso não estamos descartando a possibilidade de diversidade, pois reconhecemos que tal diversidade está bem presente no Novo Testamento. Mas essa diversidade dever ser sempre entendida como significando o seguinte: temos no Novo Testamento formas diversa por meio das quais a unidade do mesmo se manifesta. Não podemos aceitar nenhuma ideia de que o Novo testamento seja uma coleção fragmentária como defende Ernest Käsemann. Quando aceitamos ideias como essas é bem evidente que a Teologia do Novo Testamento resultante sempre será defeituosa. Dessa forma, a melhor coisa que alguém que pretende escrever ou estudar uma Teologia do Novo Testamento tenha bem sólida a ideia que todo o material que encontramos no Novo Testamento, sem exceção, é parte do Canon.

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[1] Schlatter, A. Neutestamentliche Theologie. Stuggart, Calwer Verlag, 1922—1923.
[2] Käsemann, E. New Testament Questions of Today. SCM Press, London, 1969.
[3] Bultmann, Rudolf. Teologia do Novo Testamento. Academia Cristã, Santo Andre, 2008.
[4] Kümmel, Eernest Georg. Síntese Teológica do Novo Testamento. Co-edição da Editora Teológica e Paulus, São Paulo, 2003.
[5] Dunn, James D. G. Unity and Diversity in The New Testament – Na Inquiry Into The Character of Earliest Christianity. The Westminster Press, Philadelphia, 1980.
[6] Lecionários = Compilações de textos sagrados para leitura devocional em cultos ou cerimônias. Geralmente cobrem um período de três anos. 

quinta-feira, 2 de abril de 2015

BEATOS CATÓLICOS VOLTAM A CHAMAR A ATENÇÃO


O material abaixo foi publicado pelo site da Revista ISTOÉ.

Os beatos que atraem multidões

Quem são os videntes católicos que afirmam ver e conversar com Maria e reúnem milhares de pessoas pelo País

Helena Borges (helenaborges@istoe.com.br)

Aos 43 anos, o advogado carioca Pedro Siqueira tem, à primeira vista, um cotidiano comum. Casado, pai de um menino de 3 anos, ele trabalha na Advocacia-Geral da União (AGU), é fã de esportes e enfrenta diariamente os problemas de quem vive em uma grande cidade. A diferença é que Siqueira afirma ver e falar com Nossa Senhora. O advogado chega a reunir dez mil pessoas em celebrações nas quais reza o terço e profere mensagens que são atribuídas a Maria. E ele não é o único. No interior do Espírito Santo, a pacata cidade de Serra, com pouco mais de 400 mil habitantes, também virou ponto de peregrinação porque no jardim de uma casa são recolhidas folhas com desenhos e mensagens feitos por formigas a pedido de Nossa Senhora, segundo Maria Aparecida D’Ávilla, 56 anos, que cuida do santuário. Dona de casa, ela diz que vê e fala com a Virgem nas situações mais corriqueiras, como durante as compras no supermercado. Na Bahia, Pedro Regis, 45 anos, é seguido por multidões de até 50 mil pessoas quando narra, em tempo real, palavras que afirma receber da mãe de Jesus. Casado e pai de duas filhas, ele já deu palestras sobre o fenômeno na França, em Portugal e Israel. Juntos, esses três videntes lideram, ao ano, peregrinações de mais de um milhão de fiéis pelo Brasil.

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Além da particularidade do contato direto com a mãe de Jesus, eles têm em comum o fato de serem católicos “leigos”, que não fazem parte da hierarquia da Igreja. Isso não quer dizer que entrem em conflito com padres ou bispos. Ao contrário, costumam contar com a compreensão dos representantes oficiais. O papa João Paulo II (1920-2005), por exemplo, era devoto de Nossa Senhora de Fátima, à qual se referia como “Senhora da Mensagem”. O pontífice chegou a se encontrar com Irmã Lúcia (1907-2005), uma dos três jovens que dizem ter visto Maria na Cova da Iria, em Portugal, em 1917. Já o papa Francisco não se diz contra, mas adota uma postura mais cautelosa em relação aos videntes. “Eventos extrassensoriais acontecem. Há inúmeros relatos de pessoas que os sentem ou presenciam. Ninguém os pressupõem”, afirma dom Aldo di Cillo Pagotto, arcebispo da Paraíba.

O carioca Siqueira diz ver Nossa Senhora desde criança. Segundo o advogado, ela surge de uma janela espiritual que se abre no teto, veste bata e véu em tons claros, tem os pés descalços, os cabelos escuros e mantém o olhar muito sereno. Em volta dela, anjos e uma aura colorida descem até o plano terreno, sem tocar o chão. Essas experiências já renderam três livros sobre fé católica e suas vivências espirituais.

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Para não confundir a intenção de ajudar o próximo com a pretensão de ser considerado um clérigo ou santo, o baiano Pedro Regis faz questão de ter um padre ao seu lado sempre que organiza suas orações. Regis conta que muitas pessoas relatam curas de doenças ou resolução de problemas após irem aos encontros promovidos por ele. “Mas se teve algum milagre, foi de Nossa Senhora. Sou apenas um instrumento. Sou pecador, como todas as pessoas”, diz. Nesses eventos, uma cruz é carregada pela multidão e, após as orações, ele repete o que afirma ouvir de Maria. As aparições começaram aos 18 anos, quando Regis passou mal na rua e uma jovem o ajudou a voltar para casa – ela seria Maria. Desde então, ele contabiliza ter recebido mais de quatro mil mensagens da mãe de Jesus.

Na região metropolitana de Vitória (ES), Serra também virou local de peregrinação. Lá, em um jardim, que já ganhou fama de santuário, as folhas caem na grama e são atacadas por formigas, que formam com suas pequenas mordidas desenhos do perfil de Nossa Senhora ou mensagens creditadas a ela. O acontecimento já levou zoólogos da Universidade Federal do Espírito Santo a realizarem testes nos rastros deixados – eles concluíram que o tipo de marca não é característica de uma mordida de formiga, mas sim de perfurações por objetos pontiagudos. A dona de casa capixaba Maria Aparecida, destinatária das mensagens deixadas nas folhas, afirma ver Maria em diferentes situações. “Ela é de poucas palavras, mas é brava. De vez em quando fico até sem graça, porque bem no dia em que as folhas são lidas na missa ela me manda uma mensagem de correção”, diz, referindo-se às celebrações realizadas na igreja ao lado do jardim. Duas vezes por mês algumas folhas são lidas por um padre.

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A igreja tem uma postura cautelosa em relação aos videntes. Quando aparecem relatos de fiéis que viram e ouviram santos e anjos ou receberam revelações da Virgem Maria, o bispo da região designa uma comissão para analisar o caso, composta por padres, psicólogos e médicos. Observam-se, então, as condições psicológicas e de saúde da pessoa e se o tipo de mensagem que ela está passando vai ao encontro dos princípios cristãos. Só após esse processo, que leva anos, o Vaticano se posiciona a favor ou contra a “credencial”. O coordenador do curso de pós-graduação em ciência da religião da Universidade Federal de Juiz de Fora, Emerson Silveira, afirma que não é possível falar de um católico brasileiro com um perfil único. “Há aqueles ligados à Teologia da Libertação e às Comunidades Eclesiais de Base, que colocam em segundo plano ou não prezam a crença em milagres e intervenções de santos, anjos ou Virgem Maria”, diz. Se as mensagens são reais ou não, afirma Silveira, quem julga é a multidão que os segue. O teólogo Afonso Murad, doutor pela Pontíficia Universidade Gregoriana, em Roma (ITA), conta que esse tipo de contato com o divino é aceito com maior facilidade no País pela influência do movimento carismático forte. Mas essa abertura não é necessariamente 100% positiva, já que é preciso ter crivo para aceitar ou refutar algum evento como milagre. “Quando aparecem videntes fanáticos, com mensagens apocalípticas e moralistas que não estão em sintonia com o evangelho e a caminhada da Igreja, não devem ser aceitos como legítimos.”

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Foto: Pedro Dias/Ag. Istoé, Airam Asil; Gabriel Lordello/Mosaico Imagem; PAULO NOVAIS/EFE; Manuel Romano/NurPhoto; Jeremy Horner/Getty Images

O artigo original do site da ISTOÉ poderá ser visto por meio desse link aqui:


OUTROS ARTIGOS ACERCA DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA




























































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sábado, 29 de novembro de 2014

ESTUDO DA VIDA DE JESUS – PARTE 2 – ESTUDO 033B — A DIVINDADE DE JESUS E AS CHAMADAS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ



Essa é uma série cujo propósito é estudar, com profundidade, a vida do Senhor Jesus como apresentada nos quatro Evangelhos. No final de cada estudo você irá encontrar links para outros estudos. A Série tem o título Geral de: Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura.

Jesus Confronta a Religião, a Sociedade e a Cultura.

Lição 033B – OS PRÓLOGOS AOS EVANGELHOS — 007B.

II. O Prólogo do Evangelho de João – João 1:1—18 - Continuação

C. Exposição de João 1:1—18 — Continuação.

1. João 1:1- No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus - Continuação.

Da perspectiva bíblica e teológica nós podemos dizer que João escolheu a expressão λόγος lógos, visando enfatizar as seguintes idéias:

A. Jesus é a personificação da Palavra de Deus. Ele é a Palavra viva de Deus. Quando falamos — usando palavras — nós estamos comunicando nossas idéias e vontade às outras pessoas.

B. Dessa mesma maneira o Filho de Deus é chamado de λόγος lógos, porque é por intermédio dele que Deus tem nos falado nestes últimos dias — ver

Hebreus 1:1—3

1 Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas,

2 nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo.

3 Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade, nas alturas, 

É essa manifestação que torna as pessoas indesculpáveis —

João 15:22

Se eu não viera, nem lhes houvera falado, pecado não teriam; mas, agora, não têm desculpa do seu pecado.

C. Ao dirigir João para que ele usasse essa palavra λόγος lógos, o Espírito Santo tinha a intenção de dar a essa expressão um significado definitivo que pudesse servir para todos os cristãos de todas as eras. Nos dias do próprio apóstolo João já existia uma seita que começava a defender a idéia de que o Logos era na realidade o primeiro Aeon — era ou vida. Ele seria aquele que havia emanado diretamente de Deus e como tal era algo criado. Ainda segundo esta seita foi este Aeon que se uniu ao corpo do homem que chamamos Jesus. Foi para impedir que doutrinas como estas triunfassem naqueles dias que o Espírito Santo levou o apóstolo João a estabelecer a posição do Logos como sendo exatamente a mesma do próprio Deus. Hoje em dia nós precisamos nos apegar com firmeza à Palavra de Deus para enfrentarmos as muitas tentativas — inclusive de grupos que se intitulam cristãos — de reduzirem o Senhor Jesus, o qual é Deus —

Romanos 9:5 —

Deles são os patriarcas, e também deles descende o Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito para todo o sempre. Amém!

a um mero ser criado ou a um deus de segunda categoria.

Entre os grupos, pretensamente cristãos, que negam a divindade de Jesus, nós podemos citar os seguintes:

As Testemunhas de Jeová



Ensino Errado # 1

Jesus Cristo, antes de se tornar homem, era Miguel, o arcanjo, a primeira e maior de todas as criações de Deus Jeová.

Fonte

Cristo foi a primeira de todas as criações de Deus — ver Colossenses 1:15 e Apocalipse 3:14 – “Jehovah’s Witnesses in the 20th Century”1989 Edition p. 13.

“... ele (o Verbo) foi criado antes de todos os outros espíritos filhos de Deus, e ele é o único que foi diretamente criado pelo próprio Deus”. “You Can Live Forever in Paradise on Earth”, 1982, p. 50.

“... o Filho de Deus era conhecido como Miguel antes de vir para a Terra”. Reasoning from the Scriptures” p. 218.

Nossa Resposta

Colossenses 1:15 é uma passagem paralela com Filipenses 2:9—11 e Efésios 1:9—10. Passagens como estas se referem a Cristo em termos das prerrogativas que ele possui e não fazem nenhuma referência a ele ter sido criado por Deus. O que esSes textos afirmam é que Cristo é anterior à criação e, portanto, Senhor de tudo o que foi criado. Note de forma especial Colossenses 1:17.

A passagem de Apocalipse 3:14 usa a expressão grega ἀρχὴ  arché — princípio. Como o Apocalipse e o Evangelho de João foram escritos pelo mesmo autor, é apenas lógico que ele use uma mesma expressão de forma consistente naquilo que escreveu. Como já vimos para João a expressão grega ἀρχὴ arché corresponde à expressão em hebraico רֵאשִׁית re’shiyth — princípio e faz referência à condição desfrutada por Deus ANTES que existisse o tempo.

A posição das Testemunhas de Jeová é indefensável da perspectiva da exegese bíblica.

Ensino Errado # 2

Jesus era apenas o “Relações Públicas” de Deus antes do seu nascimento.

Fonte

“... antes de nascer no nosso planeta Terra como homem, Jesus havia sido nos céus um ser espiritual poderoso... ele funcionava nos céus como alguém que fala por Deus”. “You Can Live Forever in Paradise on Earth”, 1982, p. 58.

Nossa Resposta.

I. Jesus reivindicou, de forma específica, que ele mesmo era Deus. O Evangelho de João registra algumas passagens onde Cristo reivindica ser Deus. Naquelas ocasiões a audiência entendeu exatamente as implicações das suas reivindicações e reagiu de acordo com as convicções que possuíam.

João 8:57—59

Perguntaram-lhe, pois, os judeus: Ainda não tens cinqüenta anos e viste Abraão? Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade eu vos digo: antes que Abraão existisse, EU SOU. Então, pegaram em pedras para atirarem nele; mas Jesus se ocultou e saiu do templo.

João 10:30 -33

Eu e o Pai somos um. Novamente, pegaram os judeus em pedras para lhe atirar.

João 17:5

E, agora, glorifica-me, ó Pai, contigo mesmo, com a glória que eu tive junto de ti, antes que houvesse mundo –.

II. Jesus é identificado, de forma específica, como sendo Deus pelos autores bíblicos da Nova Aliança. Assim, além das reivindicações feitas diretamente pelo Senhor Jesus, o Espírito Santo conduziu os autores do Novo Testamento a identificarem Jesus com o único e verdadeiro Deus.

João 1:1

No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.

João 1:18

Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou.

João 20:28

Respondeu-lhe Tomé: Senhor meu e Deus meu!

Atos 20:28

Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastoreardes a igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue.

Romanos 9:5

Deles — i.e. dos judeus —  são os patriarcas, e também deles descende o Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito para todo o sempre. Amém!
Colossenses 1:15

Este é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação.

Colossenses 2:9

Porquanto, nele, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade.

Tito 2:13

Aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus.

2 Pedro 1:1

Simão Pedro, servo e apóstolo de Jesus Cristo, aos que conosco obtiveram fé igualmente preciosa na justiça do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo.

Ensino Errado # 3

Quando Jesus viveu na Terra Ele não era Deus, mas somente um homem perfeito.

Fonte

“...quando Deus enviou Jesus para a Terra, Ele fez de Jesus aquilo que poderia satisfazer a justiça, não aconteceu uma encarnação, não tivemos um Deus-homem e sim, apenas, um homem perfeito”. “Should You Believe in the Trinity?”1989, p.15.

Nossa Resposta.

Jesus era Deus mesmo. Nas Escrituras Sagradas Ele é chamado de Deus — ver João 20:28, Hebreus 1:8—9 e  Tito 2:13; Jesus foi honrado como sendo Deus — ver João 5:23; e pessoas oraram a Jesus como Deus —

Atos 7:59

E apedrejavam Estêvão, que invocava e dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito!

Ensino Errado # 4

Depois que Jesus morreu, Ele foi ressuscitado com Sua identidade original, restaurado, como o arcanjo Miguel.

Fonte.

“Leia de maneira cuidadosa a narrativa bíblica a seguir: ‘Uma guerra eclodiu no Céu: Miguel — que é Jesus Cristo ressuscitado — e seus anjos batalharam com o dragão’”. “You Can Live Forever in Paradise on Earth”, 1982, p. 21.

Nossa Resposta

O arcanjo Miguel baseado em sua própria autoridade não foi capaz de repreender a Satanás — ver Judas 9 — ao passo que em Mateus 4:8—10, é o próprio Senhor Jesus, apesar de se encontrar em um estado de glória inferior, como homem, quem ordena de forma direta à Satanás dizendo: ”retira-te”. Além do mais, Hebreus 2:5 deixa bem claro que não foi a anjos de nenhum tipo que Deus sujeitou o mundo que há de vir. Textos tais como o de Lucas 1:32—33 e o de Apocalipse 19:16 referem-se a Cristo como aquele que irá reinar de forma soberana.

Portanto, o Senhor Jesus e o arcanjo Miguel não podem ser uma e a mesma pessoa.

Ensino Errado # 5

Jesus não é o Deus Todo-Poderoso.

Fonte

“Bem, teria Jesus afirmado alguma vez que ele era Deus? Não, Ele nunca disse isso. Na Bíblia ele é chamado de ‘Filho de Deus’. E foi Ele mesmo que disse: ‘O Pai é maior do que Eu sou” — João 10:34—36 e 14:28. Além disso, Jesus disse que havia certas coisas que nem Ele nem os anjos sabiam mas somente Deus sabia — Marcos 13:32. Ainda mais: a Bíblia registra as seguintes palavras de Jesus em oração: ‘Não se faça a minha vontade e sim a Tua’ — Lucas 22:42. Se Jesus fosse o Deus “Todo-Poderoso” ele não teria feito esta oração, não é mesmo?

A Bíblia também registra o fato de que após a morte de Jesus foi ‘Deus quem o fez ressuscitar’ — Atos 2:32. Desta forma podemos notar que o Todo-Poderoso Deus e Jesus são claramente duas pessoas separadas. Mesmo depois da Sua morte, e da sua ressurreição e ascensão, Jesus ainda não era igual a Seu Pai – ver 1 Coríntios 11:3 e 15:28”. “You Can Live Forever in Paradise on Earth” 1982, pp 39 – 40.

Nossa Resposta

Em João 10:34—36 Jesus estava, na realidade, Se fazendo igual a Deus ao afirmar que ele era o “Filho de Deus” — ver João 5:17—18. Em João 14:28 Jesus faz uso da expressão μείζων meízon — para se comparar ao Pai e esta é um forma irregular e serve apenas para indicar que Deus, o Pai, estava ocupando uma posição “mais alta”, no Céu, enquanto o Filho estava aqui na Terra.

Em Marcos 13:32 Jesus, como o Deus-homem que era, possuía duas naturezas: uma divina e outra humana. Para se tornar em tudo igual a nós, Jesus optou por agir, a maior parte do tempo, de acordo com Sua natureza humana. Ele optou de forma voluntária não exercer Seus atributos de onisciência, por exemplo. Mas na Bíblia nós também temos registros onde o Senhor optou por exercitar sua soberania e onisciência, como podemos ver em, por exemplo, em Mateus 9:4.

Em Lucas 22:42 nós temos o Senhor se submetendo à vontade do Pai. Mas o ato de submissão não representa a inferioridade daquele que se submete a outro. A submissão não representa que aquele que se submete possui uma natureza inferior, se assim fosse, então como é que fica Efésios 5:21 onde somos ordenados a nos submeter uns aos outros?

Com referência a afirmação de Atos 2:32, a Bíblia não deixa dúvidas de que: 1) O próprio Senhor Jesus — ver João 2:19—20; 2) o Pai — ver Colossenses 2:12 e; 3) O Espírito Santo — ver Romanos 8:11, são os responsáveis pela ressurreição de Jesus. Foi o Deus Triuno quem, em última instância, trouxe o Senhor Jesus de volta à vida. É ensinamento claro das Escrituras que, enquanto na Terra, Jesus honrou a Seu Pai. A expressão  κεφαλὴ kefalè —cabeça designa, de forma metafórica, alguém que merece ser honrado. E é exatamente neste sentido que Paulo usa esta palavra.

Ensinamento Errado #6

Jesus é “um deus”, um Deus menor que Jeová Deus.

Fonte

“Em João 1:1 que se refere a Jesus como sendo o “Verbo”, algumas traduções da Bíblia dizem: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus”. Mas note que o verso 2 nos diz que o Verbo “estava no princípio com Deus”. E, Jesus foi visto pelos homens. Agora o verso 18 nos diz que: ”Deus nunca foi visto por homem algum”. Desta maneira nós achamos que algumas traduções do verso 1, nos oferecem a ideia correta da língua original quando lemos: “O Verbo estava com Deus, e o Verbo era divino, ou e o Verbo era um Deus”, isto é, que o Verbo era alguém poderoso como um deus”. É claro que Jesus não é o Deus Todo Poderoso. De fato, Jesus falou de Seu Pai como “meu Deus” e como o “único Deus verdadeiro” – ver João 20:17; 17:3”. “You Can Live Forever in Paradise on Earth” 1982, p 40.

Nossa Resposta

A única tradução que o autor conhece que apresenta o tipo de texto como referido pelas Testemunhas de Jeová é a “Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas” que é produzida pelas próprias Testemunhas de Jeová. Tal tipo de tradução não está baseada no texto grego do Evangelho de João e sim em um livro chamado “Emphatic Diaglott” – que combina uma cópia do texto grego feita por J. J. Griesbach em — 1806 — com uma tradução para o inglês feita palavra por palavra. Este material foi publicado em 1864 por certo Benjamin Wilson, mas nunca foi aceito pelos estudiosos do NT como tendo qualquer valor. O Diaglott traduz João 1:1 da seguinte maneira: ”In the beginning was the Logos, and the Logos was with GOD and the Logos was God. This was in the beginning with GOD”. Note a distinção na palavra “Deus” entre as forma “God e GOD”. De acordo com o texto EM INGLÊS e NÃO EM GREGO acima, as Testemunhas de Jeová na sua bíblia, traduzem João 1:1 da seguinte maneira: “No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era deus”. Mas elas não param por aí. Assumindo ares de grandes estudiosos na língua grega, as Testemunhas de Jeová justificam este tipo de tradução “alegadamente” baseados na gramática da língua grega. Tal afirmação, todavia, tem sido contestada de forma bastante veemente e conclusiva pelos estudiosos.

De acordo com o professor da Universidade de Princeton Bruce Manning Metzger, a Tradução do Novo Mundo das Sagradas Escrituras feita pelas Testemunhas de Jeová ignora por completo uma bem estabelecida regra gramatical do grego koiné que exige que a tradução seja “e o verbo era Deus”. De acordo com essa regra um predicado nominativo definido possui sempre um artigo quando aparece DEPOIS de um verbo e o mesmo não possui nenhum artigo quando PRECEDE o verbo. Quando esta regra é aplicada a João 1:1 fica bem evidente que a leitura “e o Verbo era Deus” deve ter preferência sobre uma leitura do tipo “e o Verbo era deus”; ou “e o Verbo era um deus”; ou ainda “e o Verbo era divino”. Como a estrutura de João 1:1 é bastante simples não devemos enfrentar problemas para provar a regra.  Senão vejamos: — a ordem das palavras a seguir corresponde ao Novo Testamento Grego, publicado pelas Sociedades Bíblicas Unidas em sua quarta edição.

Ἐν En — preposição que no caso dativo significa “em” ou “no” em português.

ἀρχῇ arché — princípio — substantivo feminino no grego — refere-se ao período antes da criação e funciona mais como qualificativo do que temporal.

ἦν ên — era, verbo. Forma imperfeita do verbo εἰμί eimí — e que expressa uma existência contínua e atemporal e que está em contraste com a expressão ἐγένετο egéneto — criadas como aparece em João 1:3.
 
o — artigo definido traduzido por “o, a, ele, ela, este ou aquele”. Note esta pequena palavra de uma letra só porque é ela que detém a explicação que estamos buscando.
 
λόγος lógos — Verbo ou palavra. Substantivo masculino.

καὶ kaì — e. Conjunção.

o — artigo definido traduzido por “o, a, ele, ela, este ou aquele”. Note esta pequena palavra de uma letra só porque é ela que detém a explicação que estamos buscando.

λόγος lógos — Verbo ou palavra. Substantivo masculino.

ἦν ên — era, verbo. Forma imperfeita do verbo εἰμί eimí — e que expressa uma existência contínua e atemporal e que está em contraste com a expressão ἐγένετο egéneto — criadas como aparece em João 1:3.

πρὸς pròs — com. Preposição que no caso acusativo indica “com ou junto de”, no sentido de companhia. Neste caso indica que o Verbo mantinha um relacionamento de “companhia” com Deus antes da criação.

τὸν tòn — outra forma do artigo definido mencionado acima

θεόν Theón — Deus. Substantivo masculino que pode ser usado tanto para descrever o Deus verdadeiro como divindades falsas.

καὶ kaì — e. Conjunção.

θεὸς Theòs — Deus. Substantivo masculino. Aqui temos que notar que o substantivo θεὸς Theòs — Deus PRECEDE o verbo e não vem, por sua vez, precedido de um artigo. Por este motivo ele funciona como um predicado nominativo definido. É ele quem precede o sujeito, definido pelo uso do artigo, e enfatiza a sua — do sujeito — qualidade.

ἦν ên — era, verbo. Forma imperfeita do verbo εἰμί eimí — e que expressa uma existência contínua e antemporal e que está em contraste com a expressão ἐγένετο egéneto — criadas como aparece em João 1:3.

o – artigo definido traduzido por “o, a, ele, ela, este ou aquele”.

λόγος lógos — Verbo ou palavra. Substantivo masculino. Como o artigo acompanha a expressão λόγος lógos — Verbo ou palavra esta é a palavra que é qualificada pelo uso do substantivo θεὸς Theòs — Deus. fazendo com que a tradução certa seja: “e O VERBO era Deus”. Esta é a mesma regra que faz com que a tradução direta “e Deus era o Verbo” também seja errada. A tradução certa só pode ser: “e o Verbo era Deus”.

Outros estudos acerca da vida de Jesus podem ser encontrados nos links abaixo:

001 — Estudos Na Vida de Jesus — Porque Jesus Veio a Este Mundo

002 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 001

003 — Estudos na Vida de Jesus — O Registro Escrito Acerca de Jesus — Parte 002.

004 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões —

005 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 2.

006 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 3.

007 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 4.

008 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 5.

009 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 6.

010 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 7.

011 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 8.

012 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 9.

013 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 10.

014 — Estudos Na Vida de Jesus — A Revelação de Jesus e o Fim das Religiões — Parte 11.

015 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 12

016 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 13

017 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14A

017 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14B

017 C — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14C

017 D — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 14D

018 A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15A

018 B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 15B

019A — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16A

019B — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 16B

020 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 17

021 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 18

022 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 19

023 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 20

024 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 21

025 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 22

026 — Estudos na Vida de Jesus — A Revelação de Deus e o Fim das Religiões — Parte 23
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26 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 019 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS
http://ograndedialogo.blogspot.com.br/2017/02/estudo-da-vida-de-jesus-parte-2-estudo.html
27 — A DIVINDADE DE JESUS SEGUNDO O EVANGELHO DE JOÃO — PARTE 020 — O TESTEMUNHO DE JOÃO ACERCA DE JESUS — PARTE 002

Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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